Ligando tudo ao todo

Archive for the ‘Música’ Category

Meu nome é Hugo e eu compartilho arquivos

In Artigo, Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Educação, Internet, Literatura, Música, Medula, Negócios, Outros, Política, Tecnologia, Variedades on 9 novembro, 2009 at 10:33 am

Por lógica, quando você paga por alguma coisa essa coisa passa a ser sua e você pode fazer com ela o que quiser, basicamente. Desde que respeite os direitos do autor. Por exemplo: eu comprei um livro, o livro é meu e eu posso ler, queimar, rasgar, dobrar as orelhas, fazer anotações e principalmente compartilhá-lo. Sim, emprestar um livro a um amigo é compartilhar arquivos. Um estudo diz que um livro comprado geralmente pode ser lido por cinco, até dez pessoas. Isso é compartilhar arquivos.

O que eu não posso fazer com o livro é desrespeitar os direitos do autor, ou seja, não posso sair por aí dizendo que foi eu quem o escrevi. Mas vejam só, depois que eu li o livro e todos os amigos a quem emprestei o livro o leram, eu posso vendê-lo à uma loja de livros usados. E isso não é considerado crime.

E em muitas dessas lojas de usados, se vende e se compra CD de músicas, filmes, jogos e até mesmo programas de computador. E isso não é considerado crime.

Mas se você compartilha arquivos pela Internet, mesmo os arquivos que você pagou, isso sim é crime.

Aqui morre toda a lógica da DRM ( Digital Rights Management ). São dois pesos e duas medidas, sempre lembrando que a Lei de Direitos Autorais não é uma lei moral e sim uma lei de regulamentação prática, sempre “emendada” à favor de interesses econômicos, por vezes, distantes da lógica dos demais direitos e da moral.

Quando você pega um livro emprestado em um biblioteca, você está compartilhando arquivos. Quando você chama seus amigos até a sua casa para assistirem um DVD que você comprou legalmente ou alugou em alguma locadora de filmes, vejam só, você está compartilhando arquivos! Você não vai ser preso por isso, pode ter certeza.

A DRM é o oposto a difusão de conhecimentos. Por conseqüência, é oposta ao conceito básico da internet e dos computadores.

Como diz Cory Doctorow, o computador nada mais é do que uma máquina que manipula bits e a internet nada mais é do que uma “máquina” que transporta bits de forma rápida e barata e ponto final.

Um sistema que vai contra essas premissas básicas, não pode ser lógico, não pode ser aceito e com certeza, não deve perdurar.

http://matrixordinaria.blogspot.com/

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TRASH: Zumbis & Tentáculos [SOUNDTRACK]

In Comunicados, Horror, Internet, Música, SOUNDTRACK, Terror, Trilha Sonora, Variedades on 6 novembro, 2009 at 12:42 pm

Sugestão para a leitura:


TRASH: Zumbis & Tentáculos – 2009 [SOUNDTRACK]

01 .The Blasters: Dark Night (TRASH Theme)
02 .Thorogood: Bad to the Bone George (Set Gecko Theme)

03 .Creedence Clearwater Revival: Susie Q (Susana Von D. Theme)
04 .The Clash: Brand New Cadillac (Fox Theme)
05 .John Holt: Ok Fred (Jamal Theme)
06 .Queens Of The Stone Age: You Got a Killer Scene There, Man
… (Papa-Lulu Theme)
07 .Queen: Dragon Attack (Tentáculos)
08 .Pink Floyd: Another Brick in the Wall (Zombie Atack)

TRILHA SONORA DO LIVRO

Clique para ouvir

MusicPlaylist
MySpace Playlist at MixPod.com

Número de páginas: 181
Peso: 221 gramas
Edição: 1 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas.


Sam Russo – "punk folk"

In Internet, Música, Variedades on 14 julho, 2009 at 6:20 pm
Sam Russo foi descrito pelo rocksellout.com como “punk folk“. vale conferir.

http://www.myspace.com/samrussomusic

Roubei esse post do Warren Ellis.

O mundo é livre

In Arte, Artigo, Código Aberto, Crônica, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, Internet, Literatura, Música, Tecnologia, Variedades on 13 janeiro, 2009 at 8:56 pm
Publicado originalmente por Bruno Dorigatti em 09/04/2008.

O futuro dos negócios e da remuneração de quem produz a cultura – bem imaterial hoje circula livremente pela internet – é… distribuir tudo de graça. Saiba como este conceito se torna cada vez mais a norma, em vez de uma anomalia.

O século XX viu florescer a indústria cultural tal qual a conhecíamos até bem pouco tempo. Em verdade, ela ainda segue ditando os padrões. E usa de seu enorme poder econômico e político para tentar manter o jogo a seu favor. Não tem dado muito certo, como vimos anteriormente [leia Pirata bom, pirata mau e Indústria vs. Cultura livre].

A rápida transformação tecnológica, a que assistimos desde o final do século passado, segue produzindo também mudanças na relação que temos com a cultura – que deixou de abarcar simplesmente produtos culturais materiais. A noção imaterial de cultura, intangível, retorna com força neste início de novo século. Não a toa que a Inglaterra foi o primeiro país do planeta a criar um Ministério de Indústrias Criativas, conceito novo que engloba não somente as atividades culturais.

O desenvolvimento dessas indústrias está estreitamente ligado ao impacto das novas tecnologias na produção, nos mercados e na organização das atividades econômicas, sociais e culturais. Os modos de criação, produção e distribuição de bens e serviços que utilizam o conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como seus principais recursos produtivos podem ser consideradas indústrias criativas. Entre elas, a arte folclórica, festivais, livros, pinturas, artes da interpretação, passando pelas tradicionais indústrias cinematográfica e de radiodifusão, animação digital e videogames, bem como os campos conhecidos como serviços, como os arquitetônicos e de publicidade. [Leia mais a respeito na entrevista com Anna Jaguaribe]

Perde cada vez mais sentido pensarmos somente em CDs, DVDs e livros como formas principais de remuneração dos produtores de arte e cultura. Tudo circula livremente pela internet e de agora em diante a remuneração virá, de forma crescente, de outros meios. Já sabemos que em Belém do Pará, por exemplo, o dinheiro dos grupos de tecnobrega vem dos shows e apresentações. Mas aí estamos falando de um mercado novo, até bem pouco tempo marginal, e que foi, em outro passo em falso da indústria, recusado pela mesma.

De forma crescente, os jovens e adolescentes deixam de comprar CDs. A pesquisa foi feita nos Estados Unidos, mas reflete o panorama no planeta inteiro. Em 2007 quase metade da garotada, 48%, não comprou sequer um mísero disquinho. Em 2006 a cifra era de 38%, segundo informa pesquisa da Nielsen – realizada com 5 mil pessoas que responderam a um questionário on-line e divulgada em matéria do Los Angeles Times de fevereiro. As vendas de discos caíram 19% em 2007, enquanto que a venda de música digital subiu 45%.

Na China, a estimativa é de que 99% de todos os arquivos de música que circulam pela rede, ou nas calçadas das grande cidades, são “piratas”. Dado como causa perdida, os artistas chineses têm apostado em outras formas para serem remunerados, como a crescente participação em comerciais de grandes empresas.

Long Tail

Uma idéia desenvolvida por Chris Anderson e publicada em 2004 na Wired, revista editada por ele, sugere um cenário diferente que poderia ser aproveitado pela indústria. Ele a chamou de Cauda Longa (Long Tail). Saiu em livro no exterior, em 2005, e no Brasil foi publicado pela Campus Elsevier em 2006.

Vivemos, até então, a era da escassez. Um disco obscuro de um blueseiro do Delta do Mississipi, lançado nos anos 1930, ou um curta-metragem de Glauber Rocha, até bem pouco tempo atrás eram praticamente impossíveis de serem encontrados. Nas lojas, ainda continuam na mesma situação ou, na pior das hipóteses, se encontra o disco de blues, importado e na faixa dos R$ 70. Glauber Rocha, somente agora começa a ter seus filmes de longa-metragem digitalizados. Os curtas ainda terão que esperar. Por outro lado, a janela que se abre com a internet é a da abundância.

Outra mudança considerável é a respeito dos blockbusters e hits dos astros pops, que, segundo as gravadoras e produtoras de filmes, eram responsáveis por financiar todo o resto da produção que não se pagava. A mesma lógica é utilizada aqui no Brasil por algumas grandes editoras para justificar os altos investimentos em livros de autores estrangeiros, que, best-sellers certos, ajudariam a bancar a publicação de novos autores, que saem com pequena tiragem, mil exemplares, se tanto, e geralmente encalham nos estoques. O Princípio de Pareto, do economista italiano Vilfredo Pareto, desenvolvido em 1906, falava em uma regra de 80/20 (80% das consequências advém de 20% das causas), ou seja, somente 20% dos filmes das grandes produtoras terão sucesso comercial, assim como os programas de TV, os videogames e os best-sellers. No caso da música, é ainda pior, onde apenas 10% alcança sucesso, segundo a RIAA.

A lógica da indústria – de que ela nos dá o que queremos – vem sendo derrubada dia após dia. Queremos hits, mas não só. Quanto mais conhecermos algo (o trabalho de um artista, diretor de cinema, quadrinhista, ou de um fotógrafo, etc.), mais procuraremos e a facilidade que a internet proporciona tem demonstrado que queremos mais, muito mais.

Outro mito que vem caindo é que somente os hits fazem dinheiro. Executivos de sites que vendem música e livros, como o iTunes (venda de música on-line) e a Amazon sabem que não somente os grandes produtos de massa fazem dinheiro. E como estes são em número muito maior, um novo mercado vem se desenhando rapidamente. Até porque os custos de manufatura e distribuição têm caído cada vez mais, chegando a zero muitas vezes, já que agora falamos de serviços digitais. O monopólio do lucro não está mais necessariamente associado à popularidade do produto cultural.

Esta seria a Cauda Longa, onde pequenas e poucas vendas de um catálogo infinito e disponibilizado trariam um retorno maior que os hit makers e quetais. O catálogo inteiro com todos os discos de uma banda, por exemplo, mas não só. Apresentações ao vivo, CDs demo, lados B, remixes, covers, shows ao vivo, gravações do disco no estúdio. E a remuneração vem destas pequenas vendas, de um catálogo muito maior, disponibilizado on-line, quebrando a tirania da necessidade material e física da produção cultural, bem como de um espaço físico necessário para armazenar tudo isso. Isso já ocorre, ainda que numa escala distante do que será em breve. Porém, é um caminho sem volta, e mais uma vez a grande indústria só agora começa a levar o tema a sério. Como afirma o consultor da indústria fonográfica Kevin Laws, citado por Anderson, “o grosso do dinheiro está nas pequenas vendas” (“the biggest money is in the smallest sales”).

Freaky land of free!

Em fevereiro deste ano, Anderson publicou na mesma Wired outro artigo, desdobramento do primeiro e prévia de seu novo livro. “Free! Why $0.00 is the future of business” começa lembrando a história de King Gillette, que, aos 40 anos, era um inventor frustrado e um amargo anticapitalista. No início do século passado, ele desenvolveu as populares lâminas de barbear descartáveis, que levam o seu nome e viraram sinônimo dos aparelhos de barbear. Foi o primeiro a se utilizar do conceito de que, dando os aparelhos de barbear, iria aumentar consideravelmente as vendas de lâminas descartáveis. “Bilhões de lâminas depois, este modelo de negócio é hoje a base para algumas indústrias: dê o telefone celular e venda o plano mensal; faça o console de videogame barato e venda jogos caros; instale uma máquina de café nos escritórios sem custo algum e venda o café”, escreve Anderson. “Graças a King Gillette, a idéia de que você pode fazer dinheiro dando algo não é mais radical. Mas, até recentemente, praticamente tudo ‘grátis’ era na verdade apenas o resultado do que os economistas chamariam de subsídio cruzado: você leva algo de graça se comprou outro, ou você leva um produto se pagou por um serviço.”

Na última década, porém, uma nova forma de “grátis” emergiu, não mais baseado nos subsídios cruzados – o desvio dos custos de um produto para outro – mas no fato de que os próprios custos dos produtos estão caindo rapidamente. Em analogia ao produto fabricado por King Gillette, é como se o preço do aço chegasse tão próximo de zero que ele poderia distribuir ambos, o aparelho de barbear e a lâmina e ganhar dinheiro vendendo outro produto. Creme de barbear, sugere Anderson.

“You know this freaky land of free as the Web”, afirma o jornalista com formação em física. Uma década e meia depois do seu surgimento comercial, a internet vai assistindo aos últimos debates em torno do conteúdo gratuito ou pago distribuído pela rede. Cada vez mais os serviços vão se tornando ou já nascem gratuitos, como o New York Times ou o YouTube, respectivamente. A partir daí, Anderson analisa alguns cenários e teoriza sobre uma taxonomia do grátis: “freemium”, onde produtos como softwares e serviços premium bancam a maioria disponibilizada de graça; anúncios, como os que remuneram por clique (os do Google, por exemplo); custo marginal zero para distribuição, caso da música on-line; trabalhos colaborativos, em sites como Digg e Overmundo, entre muitos outros; uma economia da generosidade, que podemos observar através da Wikipedia, por exemplo, e perceber que o dinheiro não é mais o único motivador, e que atividades individuais na web podem ter impacto global.

Estamos entrando em uma era onde o conceito “de graça” vai ser visto como a norma, e não mais como uma anomalia, pontua Anderson.

Fonte: http://www.portalliteral.com.br/

The Fireman ataca outra vez

In Música, Variedades on 26 novembro, 2008 at 9:35 am

O ex-beatle Paul McCartney lançou nesta segunda-feira, 24 de novembro de 2008: “Electric Arguments”, em parceria com o Ex-baixista da Killing Joke e produtor musical, Martin “Youth” Glover,

Este é o terceiro disco do The Fireman (“O Bombeiro”), pseudônimo da dupla McCartney & Youth.

Os discos anteriores, “Strawberries Oceans Ships Forest” e “Rushes”, foram lançados em 1993 e 1998. No primeiro, os músicos se apresentaram incógnitos, até que a imprensa revelou a identidade do duo, formado por Sir Paul e Martin “Youth” Glover.

Youth, de 47 anos, é produtor artístico e trabalhou, entre outros, no célebre álbum “Urban Hymns”, do The Verve (1997).

Inicialmente, The Fireman era um projeto experimental, e seus dois primeiros discos reuniam músicas eletrônicas instrumentais.

Apesar da utilização de efeitos sonoros incomuns, o adjetivo “experimental” não chega a se aplicar no caso de “Electric Arguments”, já que a dupla retorna, dez anos após sua última aparição, a um formato tradicional de canções. McCartney, de 66 anos, até canta em algumas delas.

Cada uma das 13 faixas foi escrita e gravada em um dia, ao longo de um ano.

Apesar do que foi noticiado por aí e de alguns elementos experimentais, o “Electric Arguments” não é um disco de música eletrônica.

Ouça o disco no MySpace do The Fireman: http://www.myspace.com/thefiremanmusic

Fonte: http://diversao.uol.com.br/

All You Need Is Love

In Cultura, Internet, Música, Tecnologia, TV, Variedades on 17 agosto, 2008 at 9:20 am

25 de junho de 1967 – data da primeira transmissão de TV ao vivo via satélite. 400 milhões de pessoas de cinco continentes assistiram em tempo real e ouviram All You Need Is Love.

Bruce Springsteen – Magic… A idade lhe cai bem

In Música on 6 maio, 2008 at 9:50 pm


Por força do acaso, só agora ouvi com calma Magic, o novo disco do Bruce Springsteen e duas coisas aconteceram:

A primeira foi a grata surpresa de perceber que sim, é possível se fazer um disco melhor do que os anteriores…

E a segunda é que não consigo parar de ouvi-lo…

Destaque paras faixas Radio Nowhere, Magic, Terry´s song e Long Walk Home.

Fields Of Gold

In Música on 10 fevereiro, 2008 at 10:21 pm

Internet: O Arquivo ( ou pirataria é crime, não ataque os navios )

In Código Aberto, Cinema, Crônica, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Internet, Literatura, Música, Variedades on 15 janeiro, 2008 at 8:00 am
Imagine um lugar onde vários filmes, livros e músicas estão arquivados.

Você pode acessar esse lugar e ler online, assistir, ouvir ou baixar para o seu computador ou celular. Isso mesmo, livros, músicas, filmes e textos.

E tudo isso sem ser considerado um pirata, um criminoso. Pois pode parar de imaginar, esse lugar existe.

Bom demais pra ser verdade? Mais ou menos…

Ainda não é o sétimo céu, mas quem sabe um dia.

No internet archive http://www.archive.org/ você encontra vários filmes, músicas, imagens e textos que já não estão mais sob proteção das leis de direitos autorais, são produções artísticas e intelectuais livres de copyrgth. São produções culturais que se tornaram públicas.

Toda propriedade intelectual, artística, cultura, tem um prazo limite de proteção e quando este expira, a obra torna-se pública. Por isso, no site você encontrará coisas velhas, mas ainda assim é uma boa notícia.

Isso nos dá, de certa forma, uma visão de como poderá ser a concretização do que foi prometido e alardeado com o início da internet: acesso irrestrito à cultura.

Os velhos clássicos do cinema estão lá. Sem senhas, sem propagandas, sem registros, sem cadastro, sem DRM, basta acessar.

Ontem mesmo assisti Dementia 13 de Francis Ford Coppola que eu nem me lembrava mais. Stephen king considerou esse um dos filmes mais assustadores de todos os tempos.

Já estou me programando, um filmão por noite. Hoje The Last Man on Earth, a primeira adaptação de Eu Sou a Lenda de Richard Masterson, e amanhã vai ser Attack of the 50 Foot Woman e depois, só Deus sabe!

O Grande Arquivo existe, e eu digo obrigado.

Link: http://www.archive.org/

P.S.: li essa na internet em algum lugar: “Pirataria é crime, não ataque os navios“, acho que vou fazer uma camiseta.

The Zombeatles – A Hard Day’s Night of the Living Dead

In Internet, Música, Variedades on 4 janeiro, 2008 at 3:54 pm

The Police para quem precisa The Police…

In Música, Variedades on 10 dezembro, 2007 at 10:25 am

Apenas pra não passar batido, algo sobre o The Police no Brasil.

Gostaria de citar a frase que ouvi de uma amigo – que não sabe, assim como eu -, a fonte.

A Frase se refere a fase que o Sting passou em defesa dos problemas indígenas no Brasil, ao lado do mundialmente famoso Cacique Raoni.

Eis:

“Se a gente não se Raoni, a gente se Sting.”

No mais, The Police para quem precisa The Police…

House [ Hugh Laurie ] cantando You Can’t Always Get What You Want

In Música, TV, Variedades on 9 dezembro, 2007 at 6:27 pm
Eu disse que de vez em quando eu colocaria um vídeo aqui [ só pra embolar o meio de campo ] e ficou muito massa essa versão. Cara, acredite, ficou demais.

conheça Band from TV :

“Greg Grunberg é mesmo um herói de verdade! Além de interpretar o nosso querido Matt Parkman em Heroes, ele também organiza ações para ajudar os mais necessitados – como o recente leilão das obras de Tim Sale para ajudar a Epilepsy Foundation.

Mas tem mais! Entre as gravações de Heroes, Greg arrumou tempo de se juntar a ninguém menos que o Dr. House (Hugh Laurie) e outros astros da TV americana para formar a… Band from TV!

Prestes a lançar seu CD/DVD, o objetivo da banda é arrecadar fundos para diversas instituições de caridade e assim, salvar o mundo!

Visite aqui o MySpace dos caras .”

A voz do House é demais!

Fonte: http://www.yabu.com.br

Gmail agora toca MP3

In Internet, Música on 7 dezembro, 2007 at 11:39 pm

A notícia é velha mas eu não sabia…

O Gmail agora tem um player de áudio integrado. Graças ao Google Video, a equipe que cuida do serviço de emails gratuito do maior portal de buscas do mundo nem teve tanto trabalho para integrar aNovidade ao sistema. A interface é a mesma, o player é idêntico.

 

Agora, ao receber arquivos de áudio — podcasts, por exemplo –, note que, além de poder fazer o download do mesmo, você também pode optar por simplesmente reproduzi-lo (”Play”). Ao clicar neste link, uma nova janela é aberta, mais ou menos como esta:

 

Gmail Audio

 

Se poder ver previews de imagens já era uma mão-na-roda, agora o serviço está ainda mais completo e ainda mais multimídia. O Gmail se mostra cada dia mais como a melhor e mais sólida opção para quem quer e precisa usar webmail. Já pensei algumas vezes em passar a usar o serviço POP disponibilizado pelo próprio Google junto com o Mail.app do Mac OS X, mas voltei atrás ao pensar nas incríveis funcionalidades que ele me oferece e, é claro, no fato de que posso acessá-lo de qualquer lugar do mundo, de qualquer computador.

 Por Rafael Fischmann

Fonte: http://macmagazine.com.br/

Cronicando: Quinze anos

In Crônica, Música on 4 dezembro, 2007 at 6:00 pm

Quando me sinto assim volto a ter quinze anos, começando tudo de novo, vou me apanhar sorrindo… seu amor hoje me alimentará amanhã. Eis o homem que se apanha chorando.

Vivendo e não aprendendo, eis o homem, este sou eu.
Que se diz seguro, que se diz maduro. Seu amor hoje me alimentará amanhã. Eis o homem que se apanha chorando.

Vivendo e não aprendendo, eis homem, este sou eu, que se diz seguro, que se diz maduro. Seu amor hoje me alimentará amanhã, eis o homem…que se apanha chorando.

* é letra de música mas leia como crônica.

Receitas geradas pelos concertos poderão ultrapassar vendas de gravações de música

In Direitos Autorais, Música, Negócios on 3 dezembro, 2007 at 1:51 pm

Esta é pelo menos a conclusão do economista Will Page da MCPS-PRS Alliance, uma sociedade de gestão de direitos de autor britânica que representa os interesses de compositores e editores de música que prevê que as receitas geradas pelos concertos venham a ultrapassar as geradas com as gravações de música, caso as tendências actuais se mantenham.

Num estudo publicado na mais recente edição da newsletter da Music Ally (apenas acessível a membros), Page avisa contudo “um número insuficiente de dados faz com que seja quase impossível tentar atribuir um valor financeiro ao setor de música ao vivo”. Apesar disso, acrescenta, “se estas tendências atuais continuarem (e isto é um grande ‘SE’)” a música ao vivo irá tornar-se uma indústria de maior dimensão que o sector do disco na Grã-Bretanha “dentro dos próximos três anos.”

Vale a verdade que para a esmagadora maioria das bandas de pequena e média dimensão o dinheiro com origem nas digressões sempre representou maiores ganhos que o dinheiro obtido com a percentagem das vendas dos discos.

Fonte: http://remixtures.com/

Compartilhar arquivos: é música para nossos ouvidos

In Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Internet, Música on 30 novembro, 2007 at 12:30 am

 

Você está cansado de ser tratado como um criminoso por compartilhar música online?

Então proteja seus direitos: junte-se a EFF

DIREITOS DE AUTOR AMIGOS DO UTILIZADOR

In Artigo, Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Internet, Música, Tecnologia, Variedades on 29 novembro, 2007 at 1:57 pm

ccweb“Proibido o direito de reprodução”. De tal forma nos habituámos a encontrar esta mensagens em cada DVD ou CD que, para a maioria das pessoas, torna-se difícil acreditar que existem outras formas de protecção da propriedade intelectual que não passem necessariamente por um sistema que mantenha “todos os direitos reservados”. Perante as crescentes restrições do sistema de copyright aos direitos dos consumidores, um movimento iniciado em 2001 por um conjunto de professores universitários, advogados e artistas tem lutado pela criação de um sistema que, embora garantindo a protecção intelectual das obras, defenda o uso público e universal da criação intelectual. 

Este movimento, conhecido por copy left, esteve na origem de um original e flexível sistema de protecção intelectual, as Creative Commons. Desde 2003, este sistema tem vindo a ser crescentemente utilizado por artistas e autores, permitindo-lhe definir a forma como o seu trabalho pode ser reproduzido ou modificado legalmente.

 Existem dezenas de licenças, adaptadas à legislação de 40 países, sendo as mais comuns as que permitem a livre difusão ou alteração dos conteúdos protegidos – desde que permaneça visível o nome, ou sítio da internet, do seu autor original. Segundo os seus proponentes, a flexibilidade deste sistema de licenciamento permite a protecção legal aos autores sem espoliar a comunidade dos meios para difundir e divulgar o conhecimento.

 O Copy left e as Creative Commons aparecem como uma reacção às alterações legislativas que, nos Estados Unidos da América e na maioria dos países industrializados, têm tornado os sistema de protecção intelectual cada vez mais antagónico com os direitos dos consumidores.

 Argumentando que a facilidade das cópias digitais punha em causa o seu modelo de negócio, as empresas de entretenimento forçaram a alteração da legislação sobre o copyright, aumentando os direitos de propriedade intelectual em mais 20 anos. Com a sucessiva ameaça de processos judiciais sobre os distribuidores de conteúdos na internet, passaram, de facto, a ter um verdadeiro poder de veto sobre a informação publicada na internet.

 O mais recente exemplo vem do Youtube, o canal de distribuição de vídeos na internet recentemente adquirido pelo Google, que começou ontem mesmo (27 de Outubro) a enviar e-mails aos seus utentes avisando que, pressionados pelos advogados da Comedy Central, a maioria dos vídeos desta empresa (South Park, Colbert Report, ou Daily Show with John Stewart) vão ser retirados do “ar”.

 Progressivamente, é a própria definição de protecção de direitos de autor que tem sido posta em causa. Longe de se limitarem a acrescentar entraves à difusão da produção intelectual, as mesmas leis que proíbem a cópia de segurança de um Dvd doméstico têm aberto espaço para o até aqui inatacável direito de qualquer consumidor a deter aquilo pelo qual pagou – como é o caso de algumas das lojas que alugam e vendem música digital.

 Ao mesmo tempo que esta tendência se mantém, o sucesso da blogosfera tem empurrado o sucesso desta alternativa aos “direitos reservados”.  Desde que foram criadas, em 2003, já foram emitidas mais de 250 milhões de licenças com o já famoso logótipo das Creative Commons – 100 milhões nos últimos seis meses.

 Se é certo que as Creative Commons têm sido mais utilizadas para o licenciamento de fotografias ou ilustrações na internet, a sua utilização começa rapidamente a alastrar-se a outros domínios. O Governo brasileiro anunciou recentemente que todos os arquivos da agência noticiosa do país, incluindo 150 mil fotografias, passarão a ser do domínio público através de uma destas licenças. A BBC tem parte dos conteúdos musicais e vídeo do seu site licenciados por este sistema. 

 Vários músicos, como os Pearl Jam, Beasty Boys ou David Byrne, têm apoiado e licenciado parte da sua obra desta forma. Este último artista, em conjunto com Brian Eno, assina uma nova edição, para quem queira modificar e reutilizar, de uma das suas obras culto, “My Life in the Bush of Ghosts”, de 1981.

 Gilberto Gil, o popular músico e ex-ministro da cultura, brasileira, depois de anos de lutas judiciais com as suas editoras, tem todo o seu catálogo licenciado através das Creative Commons. Este último artista, em conjugação com a mais improvável das empresas, encontra-se também ligado a outro momento chave para as Creative Commons. Foi um seu discurso, como ministro da cultura brasileiro, o primeiro documento a ser licenciado com a nova ferramenta do Microsof Office que permite a inclusão, automática, em cada documento produzido nestes programas, de uma Creative Commons.

Dez anos depois da febre da internet, e das promessas originais de difusão quase ilimitada do conhecimento, as Cretive Commons são a ferramenta que mais perto está de cumprir esse espírito, não tratando os cidadãos como meros consumidores dos objectos culturais mas como parte interveniente no seu processo de criação, difusão e partilha.

Pedro Salles / http://www.esquerda.net

A adesão às licenças Creative Commons, bandas portuguesas

In Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Música on 29 novembro, 2007 at 1:51 pm

“A adesão às licenças Creative Commons representa uma oportunidade de divulgar a sua musica legalmente para todo o mundo e simultaneamente terem a liberdade de escolher que canções, que videoclips e que fotos querem colocar sobre esta licença e com que tipo de licença Creative Commons.”

Diz John Gonçalves, The Gift.

http://thegiftportugal.blogspot.com

Cronicando "Do Sétimo Andar "

In Crônica, Música on 26 novembro, 2007 at 10:07 pm

É letra de música, mas leia como crônica pra ver se não funciona:

“Fiz aquele anúncio e ninguém viu, pus em quase todo lugar a foto mais bonita que eu fiz, você olhando pra mim.

Alto aqui do sétimo andar longe, eu via você e a luz desperdiçada de manhã num copo de café.

Deus sabe o que quis foi te proteger do perigo maior que é você.

E eu sei que parece o que não se diz:

– O seu caso é o tempo passar – Quem fala é o doutor.

Parece que foi ontem, eu fiz aquele chá de habu pra te curar da tosse do chulé, pra te botar de pé.

E foi difícil ter que te levar àquele lugar. Como é que hoje se diz? Você não quis ficar.

Os poucos que viram você aqui me disseram que mal você não faz. E se eu numa esquina qualquer te vir, será que voce vai fugir?

Se você for, eu vou correr!

Se for eu vou.”

[ Rodrigo Amarante ]

Funciona, não é?

O Pecado da IRA!

In Música on 26 novembro, 2007 at 6:37 pm

Ao que tudo indica, infelizmente Nasi está realmente fora, mas o IRA! segue como trio, inclusive mantendo a atual agenda de shows.

 O próprio Nasi deixou claro que não existe mais condições de proseguir com o grupo:

 “Esse canalha (Edgard  Scandurra) vive agindo como uma Greta Garbo, exercitando seu poder para intimidar os outros”, disse.

A assessoria de imprensa da banda lançou uma  nota ofical  assegurando que o IRA! fará os shows agendados.

Para mais informações sobre a novela, leia a matéria  no UOL .