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Archive for the ‘História em Quadrinhos’ Category

Guia Zumbi: Como tudo vai pro inferno durante um Apocalipse Zumbi?

In Arte, Cultura, História em Quadrinhos, Horror, Humor, Ilustração, Imagens, Internet, Terror, Variedades on 16 novembro, 2009 at 3:42 pm

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Para ler mais clique aqui.

Pulp Fictions II

In Arte, Cultura, História em Quadrinhos, Internet, Literatura, Terror, Trilha Sonora, Variedades on 13 novembro, 2009 at 9:30 am
No Brasil a ficção “alternativa” e subgêneros, pode ser encontrada já no século XIX, em Noite na taverna, de Álvares de Azevedo (1878); O Doutor Benignus, de Augusto Emílio Zaluar (1875); o conto “O imortal”, de Machado de Assis (1872; 1882); e entre 1920-1950 — por exemplo, O presidente negro ou O choque das raças, de Monteiro Lobato (1926), analisado por André Carneiro em um estudo pioneiro, Introdução ao estudo da “Science Fiction” (1967); A filha do Inca ou A República 3000 (1930), de Menotti del Picchia; “O homem silencioso” (1928) e Zanzalá e Reino de Deus (1938), de Afonso Schmidt; “O mistério de Highmore Hall”, “Makiné” e “Kronos kai Anagke” (1929-1930), de João Guimarães Rosa, redescobertos por Braulio Tavares na Biblioteca Nacional; A cidade perdida, de Jerônymo Monteiro (1948), além de vários textos contemporâneos dos anos 1980 e 1990.

E como fica essa ficção com cara de Brasil?

Gabriel Garcia Márquez apresenta que o maior desafio para os escritores latino-americanos foi a insuficiência dos recursos convencionais para fazer crível a vida que se leva por aqui. E a resposta para isso se encontra justamente na essência da Ficção Científica, Fantástica ou Ficção Especulativa, ou seja: o conceito de “fantástico” só tem vigência em relação a um conceito particular de “real”. Como realmente ninguém sabe o que é a realidade, pois só há interpretações múltiplas da mesma, também o fantástico é um diferencial, variando historicamente. Na boa ficção especulativa, afirma o Roberto Causo, o fantástico é meio de pluralizar e relativizar a racionalidade dominante. A expressão “ficção especulativa”, que prefere a “ficção científica”, indicaria o que caracteriza nuclearmente o gênero: a especulação sobre os limites da noção de “real”.

E por que não se formou uma pulp fiction ou uma pulp era por aqui?

Bem, se já é difícil editar textos da literatura apoiada por críticos, historiadores literários e pela instituição escolar, mais difícil ainda é publicar literatura especulativa não vista com bons olhos pelo meio literário, que as taxam de “americanizadas”, como se a influência norte americana fosse melhor ou pior que a portuguesa, ou talvez a indígena, ou a francesa, ou quem sabe a africana? As editoras brasileiras preferem traduzir obras de ficção especulativa estrangeiras que, por existirem em grande quantidade e já terem recebido direitos autorais em seus lugares de origem, saem mais baratas que o texto de autor nacional. Além disso, como aponta outro estudioso do gênero, Braulio Tavares, por aqui não houve grandes obras produtoras de imitações, nem se organizou nenhum grupo de autores unidos no projeto de inscrever a ficção especulativa na história literária do país.

No entanto, a mitologia criada pelos Pulps é tão forte que impregnou o cinema, os quadrinhos e a imaginação de milhões de pessoas no mundo todo. De Indiana Jones ao Super-homem, a cultura pop deste século deve muito aos Pulps Fictions.

Particularmente falando, agora, peço licença para dar um depoimento pessoal, pois como todo bom e típico brasileiro, fui criado assistindo as porcarias enlatadas/pré-moldadas de Hollywood, maravilhosos filmes ruins de terror e violência. Eu não nasci em uma fazenda e a primeira vez que vi uma vaca foi pela televisão. Então, Deus salve a América do Sul também! Nunca vi um engenho de cana, não existem pescadores na minha família e é exatamente isso que me torna tão brasileiro quanto qualquer um. Isso e o rock and roll, é claro. Devido ao meio literário brasileiro e suas restrições, me debati durantes anos para aceitar o queria realmente ser: não apenas escritor, mas um escritor de Pulp Fictions.

Pulp Fictions I [ Primeira Parte ]

Nota: O texto acima contém idéias e explanações originais pinçadas dos seguintes autores: Ivan Carlo, Roberto Causo, Braulio Tavares, João Adolfo Hansen, Jackson do Pandeiro e Gabriel Garcia Márquez.

FRANKENSTEIN Her Majesty’s Secret Service Page 90

In Arte, História em Quadrinhos, Ilustração, Imagens, Internet, Variedades on 10 novembro, 2009 at 7:44 pm

The “Disney Buys Marvel” FAQ: Warren Ellis

In Cultura, História em Quadrinhos, Internet, Variedades on 3 setembro, 2009 at 4:53 pm


“No, I am not going to be writing Disney comics.

Fairly fucking obviously.”

Warren Ellis

FRANKENSTEIN Her Majesty’s Secret Service Book One

In Animação, Arte, Código Aberto, Cinema, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, História em Quadrinhos, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura, Variedades on 23 julho, 2009 at 12:13 pm

http://www.drunkduck.com/FRANKENSTEIN__Her_Majestys_Secret_Service/

Benjamin Button em quadrinhos

In Arte, Cultura, História em Quadrinhos, Ilustração, Imagens, Internet, Variedades on 22 fevereiro, 2009 at 11:36 am

(por André Solitto, via Cultura UoD)

Demorou um pouco, mas chegou às lojas a versão em quadrinhos do conto de Fitzgerald O Curioso Caso de Benjamin Button. A versão cinematográfica, que já foi bastante comentada nesse blog, está concorrendo a treze Oscar. A versão em quadrinhos, desenhada por Kevin Cornell e com roteiro de Nunzio De Fillipis e Christina Weir, promete ser mais fiel ao conto. Se você já leu a história e já assistiu ao filme, não deixe de conferir as primeiras páginas aqui.

Fonte: http://updateordie.com/

Ele fez de novo: Ellis e o futuro das Histórias em Quadrinhos

In Arte, Código Aberto, Cultura, História em Quadrinhos, Internet, Variedades on 13 janeiro, 2009 at 9:21 pm
Freak Angels de Warren Ellis e Paul Duffield representam o futuro das Histórias em Quadrinhos, embora talvez não o futuro da indústria de Quadrinhos.

Isso por estas simples razões:

1. Tudo que você precisa para ler esta História em Quadrinhos é uma conexão com a Internet.

2. A banda-larga está cada vez mais barata a cada dia.

3. É livre pra se ver, é grátis pra se ler ( idéias que ganham cada vez mais adeptos de peso, tais como Chris Anderson – Wired Magazine e TED talks – Free is the way of the future ).

4. Mostra que mesmo uma Histórias em Quadrinhos gratuita para ser lida através do computador pode ter uma boa equipe ( escritor/artista ). ( Realmente esta HQ representa a idéia de Malcome Gladwell de um ponto de derrubada nos Quadrinhos. )

5. É mais do que uma História em Quadrinhos, é uma comunidade, a que todo o leitor pode se juntar e palpitar no futuro da história no the whitechapel.

Isso é algo diferente e grande.

Fonte: http://comicology.net/

Adventures Into Digital Comics – Documentário

In Arte, Cultura, História em Quadrinhos, Internet, Tecnologia, Variedades on 30 dezembro, 2008 at 3:10 pm

Documentário sobre Quadrinhos :)

Para assistir online:

http://us.imdb.com/video/wab/vi895418393/

Lost Zombies: A Community Generated Zombie Documentary

In Cultura, História em Quadrinhos, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura, Variedades on 1 novembro, 2008 at 10:35 am


Um site se propõem a documentar toda atividade de Zumbis ao redor do mundo, seja em Histórias em Quadrinhos, Videos Amadores, Imagens, Livros, Contos etc.

http://www.lostzombies.com/

PvP: The Series

In Animação, História em Quadrinhos, Internet on 29 fevereiro, 2008 at 9:08 am

http://www.pvponline.com/

Projeto ZOO de Nestablo Ramos Neto

In Creative Commons, História em Quadrinhos on 23 janeiro, 2008 at 4:30 pm

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O site “Boca do Inferno” e a “SM Editora” lançam uma revista em quadrinhos em parceria

In História em Quadrinhos, Internet, Literatura on 20 janeiro, 2008 at 9:51 am


O site de horror “Boca do Inferno”, editado por Marcelo Milici, e a “SM Editora”, de José Salles, fizeram uma parceria que resultou no lançamento do número 1 da revista em quadrinhos “Boca do Inferno.Com” (Janeiro de 2008).

A capa é colorida e de autoria do artista Walter Junior, o mesmo ilustrador que fez a página de abertura do “Boca do Inferno”.

Ele também participa com a HQ “Um Coração de Presente”, cuja capa da revista foi inspirada. O restante do conteúdo inclui as HQ´s “Coleção de Naturalista”, nova aventura do Conde Lopo, personagem criado por Marcos T. R. Almeida, “Para o Horror e Além”, de E. Thomaz, e “Hooker Avenger”, com roteiro de José Salles, desenhos de Laudo Ferreira Junior e arte final de OmarViñole.

Ainda tem quatro ilustrações de página inteira de José Nogueira e a coluna “Clássicos do Cinema de Horror”, com uma breve análise de Renato Rosatti sobre o filme “Teatro da Morte” (Theatre of Blood, 1973), com Vincent Price.
São 32 páginas em formato 155 x 218 mm, capa e contra capa coloridas, R$ 3,00 (entrega em mãos) e R$ 5,00 (pelo correio, com frete incluso).

Interessados solicite seu pedido através de e-mail ou carta, informando o endereço postal completo, para:

Marcelo Milici – e-mail: marcelomilici@yahoo.com.br
Rua Lício de Miranda 608 – Vila Carioca – São Paulo/SP – CEP 04225-030
José Salles – e-mail: smeditora@yahoo.com.br
Caixa Postal 95 – Jaú/SP – CEP 17201-970


PC VS. MAC

In História em Quadrinhos, Imagens on 13 dezembro, 2007 at 8:07 pm

Clique na imagem para vê-la ampliada.

Fonte: http://sullicspataa.stumbleupon.com/

Zombies Versus Robots – Como eu queria ter escrito isso!!!

In História em Quadrinhos on 12 dezembro, 2007 at 2:31 pm
Faz tempo que eu não lia uma História em quadrinhos que eu gostaria de ter escrito. E isso é algo que eu posso dizer com certeza sobre Zombies Versus Robots, escrita por Chris Ryall e maravilhosamente ilustrada [ pintada eu diria ], por Ashley Wood. A obra foi lançada pela IDW Publishing, que vem impressionando bastante.

Poderia dizer até mais. Fica fácil imaginar que a visão de futuro apresentada pela dupla fecha com o que eu imagino para minha história TRASH – Zumbis & Tentáculos.

Em um mundo destruído, tomado por uma praga de zumbis, as máquinas são a única esperança de reconstrução da civilização.

Estes robôs espirituosos precisam proteger e clonar uma menina, nada mais nada menos, que o último ser humano vivo no planeta.

Tantos os traços despretensiosos de Wood, quanto suas pinturas de tirar o fôlego se unem sem estranhamento, funcionando perfeitamente como ate seqüencial. O mesmo, de certa forma, pode se dizer do roteiro de Chris Ryall, que sabe muito bem o que está fazendo.

Já comecei a ler a seqüencia, Zombies vs. Robots vs. Amazons. Como uma será que uma tribo de Amazonas surge em um mundo destruído? Será que isso tem haver com a menina clonada? Pra saber estas respostas você terá que compartilhar arquivos ou comprar o importado.

Obs.: Aproveito para dizer que estou muito interessado em escrever um roteiro para História em Quadrinhos do Livro TRASH, caso algum desenhista e/ou ilustrador tenha interesse em lançar uma obra desse tipo em parceria, livremente pelo sistema Creative Commons, entre em contato!!!

A Arte de ASHLEY WOOD

In História em Quadrinhos, Imagens on 11 dezembro, 2007 at 6:21 pm
Zombies vs. Robots vs. Amazons


Ashley Wood trabalha como freelancer para várias empresas da área de entretenimento (Dreamworks, Marvel Comics, Warner Bros e outras), além de colaborar há vários anos com Todd Mcfarlane, em títulos do universo Spawn.


Blog: ASHLEY WOOD

30 Dias de Noite, pelo menos o nome é legal

In História em Quadrinhos on 11 dezembro, 2007 at 1:40 pm

O que 30 Dias de Noite tem de melhor é o título. Quando soube do que se tratava, fiquei contente, esperando pela obra.

A premissa é genial, o início muito interessante, depois tudo vira senso comum e me peguei pensando no que estaria passando pela TV, enquanto tentava bravamente chegar ao fim da leitura. Diálogos truncados, as ilustrações [ que são muito chocantes isoladamente ] não funcionaram, para mim, como arte seqüencial.

Ainda sim, fica algo que me agrada no que se refere aos vampiros. Em 30 Dias de Noite os vampiros, pelo menos, são tratado como o que realmente são: monstros.

A história não é ruim, apenas não encontrei nada que justifique todo esse estardalhaço. Pelas poucas imagens que vi do filme, acredito que a adaptação cinematográfica possa acrescentar à obra o que a História em Quadrinhos não conseguiu.

Comecei a ler a seqüencia, vamos ver até onde consigo chegar.

Síndrome de Peter Parker – Novamente o sacrifício do herói

In História em Quadrinhos, TV, Variedades on 7 dezembro, 2007 at 10:26 pm
Falando não somente do entretenimento, mas principalmente como apreciar os roteiros e analisar como as tramas são montadas, destaco três séries realmente bem escritas que estão em exibição atualmente.

Rescue Me

Sinopse:
O bombeiro recentemente divorciado Tommy Gavin (Denis Leary), está lidando com o medo do seu serviço e sentimentos difíceis por ver sua ex-esposa saindo com outro homem. Para vigiar de perto sua ex-esposa e seus Três filhos, ele se muda para a casa do outro lado da rua. Além das inexplicáveis visões e conversas que ele tem com pessoas que ele não pode salvar.

spoiler
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Tudo acontece rápido de mais, em um único episódio Tommy volta com a ex-mulher, seu único filho homem morre atropelado, ele se separa novamente da ex-mulher e no episódio seguinte descobre que o outro homem com quem ela está saindo é o seu irmão.
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Californication

Sinopse: David Duchovny (Arquivo X) é o escritor Hank Moody que luta contra o fato de ter estragado as melhores relações que construiu em sua vida: sua ex-namorada (Natascha McElhone ) e sua filha. Viciado em sexo, drogas e em uma vida sem regras Hank Moody tenta recuperar a paixão de sua ex-namorada e entender o crescimento sexual da filha. Entre uma cama e outra Hank Moddy precisa voltar a escrever, mas o que lhe resta é o blog de uma revista da Califórina.

Preciso dizer mais alguma coisa?

House

Sinopse: um seriado médico diferente dos demais como E.R. ou Grey’s Anatomy. O protagonista é um brilhante diagnosticador, Dr.Gregory House (Hugh Laurie). Para quem já o conhece não se assustaria com mais uma de suas respostas sarcástica. House é diferente, anti-social, irônico e infeliz que consegue revelar a verdade de seus pacientes com métodos nada convencionais.

As três séries convencem pelo roteiro, nada de dramas chochos. House ainda utiliza o método antigo de série, onde cada caso é resolvido em um único episódio, mas a linha de vida do personagem segue adiante. destaque para os diálogos entre House e Wilson.

Em Californication há uma cena em que Duchovny substitui um amigo em uma mini-palestra para alunas sobre o ofício de escrever profissionalmente e diz: “vocês não vão querer ser escritores, é como ter lição de casa todos os dias”.

E o que dizer de Rescue Me? Tommy consegue ser mais azarado que [ até então ] o maior dos azarados: Peter Parker.

Por que deste post?

Acredito que são exemplos bem claros e muito bem construídos sobre o sacrifício do herói. Tema recorrente para mim.

Depois de um bom tempo voltei a ter coragem de ler Homem-Aranha e tive uma grata surpresa com obra Homem-Aranha: Reino.

Homem-Aranha: Reino

sinopse: O Cavaleiro das Trevas do Homem-Aranha: é o que os fãs e autores do Teioso estão falando da minissérie Spider-Man: Reign – Homem-Aranha – Reino (ou Potestade, como foi chamado aqui no Brasil pela editora Panini Comics).

Passada 35 anos no futuro, a mini em quatro capítulos mostra Peter Parker após pendurar as teias. Mas um evento inesperado vai fazer ele relembrar o lema com grandes poderes vêm grandes responsabilidades.

Na descrição da Marvel:

Uma marcante visão do futuro do Homem-Aranha, criada pelo superstar Kaare Andrews.

Eles conseguiram. Colocaram-nos contra a parede. A turma das capas e roupas coloridas – não há mais lugar para eles em Nova York. Peter Parker? Ele nem lembra como era vestir-se de vermelho e azul e balançar pela noite. Nem quer lembrar. Afinal, não há mais pelo que lutar, não é? Até que um velho amigo bate à porta de Peter, carregando um pacote e uma mensagem – e tudo muda. Se a responsabilidade não é de Peter, de quem é?

Kaare Andrews é o responsável pelas belíssimas capas com fotografia e ilustração do Aranha e do Hulk. Além disso, escreveu e desenhou Doctor Octopus: Year One (inédita no Brasil) e uma ótima história intimista sobre crianças fãs do Aranha publicada por aqui em Homem-Aranha #16 (Panini).

Spider-Man: Reign se passa num futuro alternativo. Peter Parker está reduzido a um corpo franzino e cabelos brancos, e vive atormentado pelo fantasma de Mary Jane. Não há mais super-heróis nas ruas de Nova York, e um prefeito populista está implementando um sistema de segurança que fechará a cidade para o resto do mundo. As coisas mudam para Peter quando um velho amigo bate a porta e lhe entrega sua antiga máscara.

Claramente baseado em O Cavaleiro das Trevas – o escritor e artista Kaare Andrews até assume um estilo de desenho que lembra o clássico futuro alternativo de Batman concebido por Frank Miller – Reign já causou alvoroço, inadvertidamente, há alguns meses, quando a capa da primeira edição caiu na internet. Ela mostrava o Aranha abraçado ao túmulo de Mary Jane, mas não se especificava que se tratava de uma história sobre um futuro alternativo do herói.

Muito drama, eu sei, mas todos muito bem escritos. Acho que é o que importa, afinal.

Zuda – rede social da DC Comics

In História em Quadrinhos, Imagens, Internet on 2 dezembro, 2007 at 4:46 pm
DC Comics cria rede social de Histórias em Quadrinhos

Trata-se de uma rede social para os criadores e leitores de HQs chamada Zudacomics [ versão beta ] onde novos artistas podem expor seus trabalhos e personagens.

A idéia não é nova, outros sites já abriram esse espaço, como o FanLib, mas não há como quantificar a importância da DC e sua contribuição para o mundos dos quadrinhos, bem como a credibilidade que pode conferir à uma HQ publicada [ mesmo que virtualmente ] sob sua “benção”.

As HQ são apresentadas em quadros de slides

Peneirado no: http://gattune.blog.br

Marvel Comics insiste em "andar pra trás"

In História em Quadrinhos, Internet on 17 novembro, 2007 at 9:32 pm
A Marvel Comics, para competir com a DC, que lançou sua linha de webcomics no mês passado, e com a Dark Horse, que está lançando uma série pelo MySpace, começa a colocar seu catálogo de quase 70 anos de quadrinhos online. O projeto chama-se Marvel Digital Comics Unlimited.

2.500 revistas já estão disponíveis em marvel.com/digitalcomics/. Há desde clássicos – como as 100 primeiras edições de Fantastic Four e Amazing Spider-Man – até material bem recente – como New Avengers #1 e a linha infantil. Prevê-se acréscimo de 20 edições por semana ao sistema.

Indo contra a corrente, porém, o acesso à Marvel Digital Comics Unlimited é pago: US$ 9,99 pagam uma assinatura mensal, enquanto a assinatura anual sai por US$ 59,88 (US$ 4,99 ao mês). Mesmo o material que o site trazia como “amostra grátis” antes – a Marvel já tem quadrinhos completos no site desde 2001 – agora terá de ser pago.

E (até que alguém prove o contrário) nada pode ser baixado – as HQs têm de ser lidas via navegador. Há várias opções de visualização e ampliação. Para fazer um teste, é possível conferir os 250 gibis que a editora disponibilizou gratuitamente, por tempo limitado, aqui.

Por: Érico Assis

Fonte: http://www.omelete.com.br

Laerte: Hugo Para Principiantes [ ou causa´dique o nome deste blog ]

In História em Quadrinhos on 1 novembro, 2007 at 1:01 am
Um dos títulos deste Blog ( sim, ele tem dois) é baseado no livro do Laerte sobre o Hugo, não eu, mas outro, como eu, eu acho…


Hugo para Principiantes

Hugo Baracchini é um exemplar da raça humana, não muito exemplar. Os grandes temas, como vida, morte e sexo o enchem de dúvidas. Os pequenos temas também.

Ele tem um carro, uma namorada chamada Beth e um computador. Aliás, os computadores e tudo o que acontece no mundo da informática e da tecnologia (e como isso afeta a vida das pessoas) são o trampolim para as tiras deste livro, criação do cartunista Laerte, que foram publicadas originalmente no caderno de informática da Folha de S. Paulo.

Fonte: http://www.devir.com.br/

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