Ligando tudo ao todo

Archive for the ‘Ebook’ Category

Experiência de consumo, downloads pagos, downloads gratuitos e novas idéias [ Atualizado ]

In Arte, Artigo, Código Aberto, Comunicados, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, Horror, Ilustração, Internet, Literatura, Release, SOUNDTRACK, Tecnologia, Terror, Trilha Sonora, Variedades on 9 novembro, 2009 at 10:00 am
Empresas oferecem sites que são apenas sites. Não há nada de novo sob o sol. Por sites, entenda janelas coloridas que nem sempre fazem sentido.

A credibilidade das grandes empresas e grandes marcas não justificam mais a preferência. Por exemplo, o que faz alguém optar por um programa de código aberto, como o Firefox, ao invés de utilizar o Intenet Explorer, que com certeza já está instalado em seu computador?

Dizer que isto ocorre em função do navegador ser gratuito é negar a complexidade do que vem acontecendo no mundo digital. Afinal, quando você compra seu computador você já pagou os serviços básicos que estão dentro dele, como o IE.

Diferente de sites que são apenas sites, de empresas que são apenas empresas e produtos que são apenas produtos, o Firefox oferece coisa nova. Uma nova maneira de navegar, uma nova maneira de lidar com o produto/serviço, através da da navegação customizada e da possibilidade de participar da construção de novas interfaces através do código aberto.

E este é atualmente o fator determinante do sucesso da economia online: a experiência de consumo.

Em seu artigo, Descobrindo a Experiência de Consumo, Marcio Reis diz que:

“A experiência de consumo de um produto tanto pode residir nos aspectos tangíveis como o produto em si (o desenho do interior de um veículo ou a rapidez de um serviço online), sua apresentação ao consumidor e seu preço, como nos intangíveis, desde a famigerada marca e seus valores até um processo de compra adaptado ao produto (para citar um mal exemplo, algumas online stores insistem em vender música digital usando a mesma experiência de compra dos CDs, mudando “apenas” o formato de entrega e deixando de gerar vendas e fidelização dos clientes através da experiência de consumo do download). Tangíveis ou não, os elementos que formam a experiência de consumo estão presentes em todos os produtos, sejam digitais, físicos ou qualquer mistura entre um e outro tipo. E encontram-se em lugares onde não está nem mesmo o dinheiro, como um fim de semana sem fazer nada (a rigor, uma experiência de consumo de tempo que pode substituir a experiência de consumo de vários produtos e serviços de entretenimento, exemplo de como até modelos de análise de concorrência precisam ser lidos de forma mais ampla).”

Antigas fórmulas não vão funcionar, e isto é um fato. Para ilustrar melhor essa idéia, pense sobre este exemplo apresentado no mesmo artigo:

“Já que o Google anda em voga ultimamente, pense um instante se o segredo desse serviço está na sua simplicidade (que diminui dia após dia, a cada novo recurso incorporado), na rapidez e inteligência do serviço de busca (que é tecnologia pura, pode ser igualada e até mesmo superada por outras empresas), na marca (que não traz informação concreta que afirme se a popularidade do neologismo ‘to Google’ ou a simpatia às logomarcas comemorativas são causa ou conseqüência da adoção do serviço) ou se o toque de Midas está na agradável experiência de consumo do serviço, descrita em relatos como ‘lá eu encontro tudo que quiser; até o inimaginável se eu procurar, está lá’.”

Enquanto não houver uma novidade em termos de experiência de consumo, sites serão apenas sites.

Stephen King tentou contar com a honestidade de seus leitores, quando disponibilizou o livro digital “A Planta” em seu site, dizendo que cobraria um dólar pelo download de cada capítulo. O livro estava disponível, mesmo para quem não quisesse pagar por ele. King alertou que, caso 75% dos downloads não fossem pagos, ele pararia de escrever o livro. No primeiro mês o número de downloads pagos atingiu 76%, no segundo mês, não.

Muitos pagaram, King recebeu inclusive notas de um dólar pelo correio e até mesmo um dólar de prata. Não podemos esquecer, contudo, a lealdade já conhecida de seus fãs. Mesmo assim, a coisa toda não deu certo. Será que um escritor desconhecido conseguiria 30% de downloads pagos?

De qualquer forma, O que Stephen King fez, foi estabelecer uma nova maneira de seus leitores lidarem com seu produto/serviço. Talvez não tenha sido a melhor delas. Qualquer economista recomendaria não contar com a honestidade de seus clientes como principal estratégia de vendas, a menos é claro, que você seja dono de alguma seita. Mas ele tentou algo inédito e que serviu para nos mostrar que novas idéias, mesmo quando não funcionam, nos levam à novas idéias que talvez possam funcionar.

Não podemos nunca esquecer que um site não deve ser apenas uma janela para sua marca, seu produto ou serviço, um site deve oferecer uma nova maneira de lidar com tudo isso.

Um site deve, pelo menos, seguir os princípios básicos da internet, ou seja, tornar o acesso mais amplo, mais rápido, mais cômodo e/ou mais barato.

Se o seu site não faz isso, então ele é apenas um site. Apenas uma janela colorida que nem sempre faz sentido.

Com meu blog eu consegui oferecer meus livros à um número significativamente maior de leitores. Com as edições de pequenas editoras e de autor, a tiragem sempre é pequena, a divulgação é quase nula e a renda, mínima.

Ao disponibilizar meus livros neste blog tornei o acesso mais amplo, mais rápido, mais cômodo e mais barato.

Alguém pode dizer: “mas você não está ganhando dinheiro com isso!”.

E é verdade, mas antes eu também não estava.

Contudo, algo mudou e para melhor. Tive mais leitores em um mês do que em alguns anos de “carreira”. Não tive gastos com editoração, impressão, divulgação e distribuição. Recebo e-mails diários de leitores elogiando, incentivando, criticando, discutindo a trama dos livros, fazendo perguntas sobre personagens e pedindo mais. Alguns, poucos ainda, perguntam sobre uma possível publicação em papel, dizendo-se interessados em adquirir o livro em seu formato tradicional. [ Que já estão disponíveis para venda! ]

Estou tentando coisas novas. O livro TRASH Volume I, por exemplo, tem até trilha sonora. Por enquanto esta idéia está funcionando dentro das metas que havia proposto. Futuramente não sei o que virá. Estou acompanhando o mercado, as tendências, os autores tradicionais, os autores virtuais e suas novas idéias e propostas.

Disciplina e paciência são tão importantes nesse caso, quanto as novas idéias.

E que venham as novas idéias!


Nota: citação Marcos Reis Pinto www.marcioreispinto.org

Faça maluquices com meu livro – Cory Doctorow [ Republicado ]

In Arte, Código Aberto, Cory Doctorow, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, Internet, Literatura, Variedades on 8 novembro, 2009 at 12:07 pm
“Estou lançando o texto completo deste livro na forma de um e-book livre e que pode ser livremente distribuído. Você pode baixá-lo a partir da Internet, colocá-lo em uma rede P2P, colocá-lo no seu site , mandá-lo por e-mail para um amigo e, se você for um viciado em árvores mortas, pode até mesmo imprimi-lo.

Por que estou fazendo tudo isso?

Bem, é uma longa história, mas, para encurtá-la: a vida dos escritores de primeira viagem não é nada fácil. Nossas editoras não têm o orçamento destinado a lançamentos e propaganda esperando por fatores desconhecidos como nós. Na maioria das vezes, alcançamos o sucesso ou a obscuridade na base do “boca-a-boca”. Para mim, isso funciona. Tenho um blog , o Boing Boing ( http://boingboing.net/ ), onde eu faço muita propaganda do tipo boca-a-boca.

Tenho compulsão em contar a amigos e estranhos sobre as coisas de que gosto.

E contar às pessoas sobre coisas das quais gosto fica muito , muito mais fácil se eu puder mandar o que escrevo a elas. Muito mais fácil. Além do mais, as redes P2P são fantásticas. A maioria dos livros, músicas e filmes que são lançados não estão disponíveis para venda na maior parte do mundo.

No breve tempo em que as redes P2P apareceram e começaram a florescer, as massas dos usuários de Internet conseguiram colocar praticamente tudo on-line. Melhor ainda, conseguiram fazê-lo de modo mais barato do que qualquer esforço de arquivamento ou revitalização de valores antigos já tentado anteriormente.

Eu me alimento de informações, e este tipo de facilidade que a Internet provém faz com que eu tenha um real vislumbre do que será o futuro.

Sim, há problemas legais. Sim, é difícil saber como as pessoas poderão ganhar dinheiro fazendo este tipo de coisa. Sim, há muitas implicações sociais e uma séria ameaça à imaginação, à liberdade, à economia e tudo o que estiver relacionado a isso. É um clássico cenário de fim-de-uma-era e, sendo um escritor de ficção científica, cenários de fim-de-uma-era fazem parte do meu negócio.

Tendo dito tudo isso, o negócio é o seguinte: estou lançando este livro sob uma licença desenvolvida pelo projeto Creative Commons (http://creativecommons.org/).

É um projeto que faz com que pessoas como eu elaborem nossos próprios acordos de licença para a distribuição dos nossos trabalhos de criação, sob termos similares àqueles empregados pelo movimento de Software de Código Livre/Aberto. É um excelente projeto, e tenho orgulho de fazer parte dele. “

Cory Doctorow

Aqui, um resumo da licença em inglês:

Aqui, um resumo da licença em português:

O escritor de ficção científica Cory Doctorow ao lançar sua obra em domínio público para países em desenvolvimento através do sistema Creative Commons disse:

“Se você tiver uma imaginação pobre, pode pensar que vamos entrar nessa era como leitores de e-books que simulem a experiência de estar carregando livros ‘reais’, só que digitais” provoca o autor no prefácio do livro. “Não, o uso social dos e-books será bem mais estranho que isso. Algo estranho demais para imaginarmos hoje, como a idéia do mercado de radiofônico era incompreensível para os artistas de vaudeville que acusavam a estação de rádio de pirataria em massa por tocarem suas músicas no ar.”

E conforme sua sugestão:

“Quando baixar meu livro, por favor, faça coisas malucas e legais com ele. Imagine novos usos para um livro. E então me conte”

Estou publicando aqui no blog a explicação que faz parte de O FUNDO DO POÇO NO REINO ENCANTADO, seu primeiro romance traduzido para o português.

Doctorow me provocou inúmeras reações ultimamente, dentre as quais… inveja. Ok, isso faz parte, eu acho. Mas ao conhecer melhor seu trabalho, suas qualidades e sua ousadia, a reações que se sobressaíram foram admiração e inspiração.

Essas aí, são as explicações Cory Doctorow, das quais, no que se refere a publicar “virtualmente”, faço-as, minhas palavras.

Serviço:

Título: O FUNDO DO POÇO NO REINO ENCANTADO
Autor: Cory Doctorow
Tradução: José Rafael de Macedo Zullo
Revisão: Ibrahim Cesar Nogueira de Souza
Título original: Down and Out in the Magic Kingdom
Copyright ©2003 Cory Doctorow
doctorow@craphound.com
http://www.craphound.com/
2006 – 2007

Capista [ Encomenda ]

In Arte, Capas, Capista, Comunicados, Cultura, Ebook, Encomendar Capa, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura, Serviço de Capista on 6 novembro, 2009 at 11:45 am
Serviço de Capista

Capas:

Livros, CD, DVD, Revistas, Quadrinhos e outros

Técnica:

Desenho, Colagem, Arte-Final e Tratamento

Forma de Pagamento:

Depósito Bancário

Preço:

De R$ 100,00 a R$ 250,00 dependendo do tempo de desenvolvimento e execução

Prazo: 01 [uma] semana em média

Obs.:

* Incluso desenvolvimento
* 01 [uma] imagem pronta para impressão
* 01 [uma] imagem de divulgação
* Sem taxa de tiragem

Encomendar Capa
[ primeira amostra sem compromisso ]

Portfólio:

[ primeira amostra sem compromisso ]

Imprensa: Release, Críticas e Notícias

In Arte, Código Aberto, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, Internet, Release, Variedades on 6 novembro, 2009 at 10:06 am
Release TRASH Vol. I Zumbis & Tentáculos

Número de páginas: 181
Peso: 221 gramas
Edição: 1 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas.

“TRASH é um Romance Pulp Fiction”

Nina Pessanha



Release A Fábula – Cidade dos Desgraçados:

Número de páginas: 188
Peso: 228 gramas
Edição: 2 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas

Uma fábula sombria e instigante. Uma viagem onde tudo pode acontecer, principalmente o impossível. Uma história de arrepiar.

SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA

Neste livro, Hugo Maximo está nos falando de terror, de uma cidade dominada pelo Demônio. O livro prende, envolve e arrebata, e é daqueles que a gente não consegue dormir sem acabar de ler.

Coojornal

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC


Crítica A Fábula:

Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.

A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC


Release
E-Books:

Escritor disponibiliza gratuitamente livros na Internet pelo sistema Creative Commons

O escritor Hugo Maximo disponibilizou gratuitamente no seu blog: http://matrixordinaria.blogspot.com/, pelo sistema Creative Commons, os livros de sua autoria: Depois de três livros publicados da maneira tradicional resolveu atacar em outras frentes, a exemplo do autor Cory Doctorow e de outros escritores, defensores do sistema copyleft de direitos autorais.

Blog do autor: http://matrixordinaria.blogspot.com/

Livros publicados:
– A Fábula: Cidade dos Desgraçados, Hemisfério Sul, 2001.

– A Fábula: Cidade dos Desgraçados, Clube de Autores, 2009. [Segunda Edição]

– O Caso da Cruz de Prata, Estúdio Criação, 2007. Ilustrações de Eugênio Colonnese.

– O Caso da Cruz de Prata, Estúdio Criação, 2010. Ilustrações de Eugênio Colonnese. [Segunda Edição]

– A Cidade Lobo, Estúdio Criação, 2007. Ilustrações de Eugênio Colonnese.

– A Cidade Lobo, Estúdio Criação, 2010. Ilustrações de Eugênio Colonnese. [Segunda Edição]
E-Books:

– Visões do Mal, Creative Commons, 2002. [Em Revisão]

– Mundo Bizarro, Creative Commons, 2003. [Em Revisão]

Críticas:

A Fábula:

Neste livro, Hugo Maximo está nos falando de terror, de uma cidade dominada pelo Demônio. O livro prende, envolve e arrebata, e é daqueles que a gente não consegue dormir sem acabar de ler.

Coojornal

A FÁBULA: CIDADE DOS DESGRAÇADOS – uma fábula sombria e instigante. Uma viagem onde tudo pode acontecer, principalmente o impossível. Uma história de arrepiar. Pela Editora Hemisfério Sul, de Hugo Maximo.

SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA

Nesse trabalho de estréia, narrativa de fôlego, coisa rara por aqui, Hugo Maximo desponta com o charme indelével da fabulação. Contar uma história, e uma história de arrepiar, à XIX, inclusive no tema, sombria e instigante, é seu objetivo primordial. Sem compromissos, sem pretensões intelectualóides. E nada que compará-lo a Stephen King ou Clive Barker, embora as influências sejam possíveis, visto que o tom hiperbólico e conseqüentemente divertido garante a originalidade do seu texto. É uma prova de que a literatura, mesmo nessa época de orgias audiovisuais, pode e deve ser uma atividade prazerosa, criativa, inadiável.

Vamos lá! Abra o livro e crie coragem de acompanhar Daniel. Não posso garantir segurança. Surpresa, porém, você as encontrará aos montes, em cada capítulo, em cada página. Vá em frente, amigo leitor, mas vá preparado! É o Hugo e é o Máximo que tenho a dizer.

Escritor Maicon Tenfen

Uma curiosidade a respeito desse jovem talento, que já vive em Blumenau faz alguns anos, é que ele passou a sua infância, literalmente, dentro de uma Biblioteca. Sua mãe era a bibliotecária, e ele não tinha com quem ficar depois das aulas – e assim passou as tardes da sua infância lendo, receita infalível para que se crie um bom escritor. Segundo o historiador e escritor Viegas Fernandes da Costa, “A gente conhece o bom escritor porque é aquele que lê mais do que escreve”. Nada mais adequado no que se refere a Hugo Maximo!

Escritora Urda Alice Klueger


Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.

A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC

Notícias:

MedNews

Escrita Criativa

Infernotícias

Technorati Marcas


Medo do Escuro

Livre é diferente de grátis

O que leva um autor a disponibilizar seu trabalho livremente na internet [ ou em qualquer outro meio ] é a divulgação.

O termo gratuito é relativo, já que há algum custo envolvido na parte de produção, mesmo em se tratando de um arquivo digital, como criação, tempo de produção, manutenção de link e do próprio site ou blog.

O preço de uma obra sempre é simbólico, tendo em vista a impossibilidade de quantificar em um valor monetário o tempo de aprendizado, criação, dedicação, originalidade, etc, despendido na tarefa.

O retorno que o autor espera é moral, isto é, o reconhecimento de seus talentos [ quando eles existem ] críticas que possam contribuir para o seu aperfeiçoamento e credibilidade junto aos leitores, possíveis editores e colegas de ofício.

A forma de retribuição por parte dos leitores, caso tenham apreciado a obra, pode ser exercida no auxilio à divulgação, indicando a obra e o autor à amigos e à trabalhos relacionados.

Todos sabem a importância da campanha “boca a boca” no campo das artes e do entretenimento, principalmente na internet. No cyberespaço o mesmo ocorre, link a link. E as redes sociais fazem com que o alcance dessas recomendações se torne, praticamente, ilimitado.

Então, caso você tenha gostado de uma obra livremente disponibilizada, retribua contribuindo com divulgação.

Em muitos blogs e sites, existe a venda de e-books e de serviços relacionados. Muitas vezes regulados por sistemas DRM. Downloads pagos, editoração, confecção de capa, etc.

Nada contra. Mas não podemos esquecer que os sistemas de DRM são, por natureza, contrários ao principio básico da internet: “transportar bits de forma rápida e barata.”

Acredito, portanto, que não será se utilizando de velhas fórmulas que encontraremos uma maneira justa de remunerar os autores por seus trabalhos disponibilizados livremente.

Capas Novas

In Arte, Comunicados, Cultura, Ebook, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura on 29 outubro, 2009 at 11:58 am

Atualizando as Capas:




FRANKENSTEIN Her Majesty’s Secret Service Book One

In Animação, Arte, Código Aberto, Cinema, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, História em Quadrinhos, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura, Variedades on 23 julho, 2009 at 12:13 pm

http://www.drunkduck.com/FRANKENSTEIN__Her_Majestys_Secret_Service/

Crítica do livro A Fábula

In Arte, Código Aberto, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, Ebook, Internet, Literatura on 29 maio, 2009 at 7:41 pm

“Esperamos pela luz mas contemplamos a escuridão.”
Isaías 59:9


Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.

A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC

Lá vai o diabo…

In Arte, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Ebook, Internet, Literatura, Variedades on 29 abril, 2009 at 7:47 am
“Lá vai o diabo pelo mundo entrando nas histórias. De uma beleza que não revela nada, parece esconder tudo, e vai dando aos outros a ilusão de mistério.

Os homens, famintos de amparo. E como o diabo tem o ar superior e indiferente, os homens pensam que precisam dele. E aí o amam, por confusão e por isso apaixonadamente. E o diabo toma e abandona os homens, e o diabo cresce, cresce como ele cresce, na medida em que os outros diminuem.

Sem amar, o mundo para ele é ele. E lá vai ele, o só, lá vai ele pelo mundo entrando nas histórias, vivendo em cada personagem, esse que não se acha devedor de nada, lá vai o credor, nosso pedaço, o diabo, a serviço de Deus.”

João Uchoa Cavalcanti Netto.

Nota: do livro A Fábula: Cidade dos Desgraçados

Google Books assina acordo milionário

In Código Aberto, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, Internet, Literatura, Tecnologia, Variedades on 17 novembro, 2008 at 3:57 am

Nesta terça-feira (28), o Google anunciou um acordo com a Associação de Autores dos EUA para manter o conteúdo do Google Book Search, seu serviço de pesquisa de livros

Fonte: Google Books / Portal da Imprensa

Três anos atrás, a Authors Guild, a Association of American Publishers (Associação de Editoras Americanas) e um grupo de autores e editoras moveram uma ação coletiva contra a Pesquisa de Livros do Google.

Agora, a emppresa anunciou um acordo com os autores dessa ação e pretende trabalhar em conjunto com esses parceiros do setor, para colocar on-line ainda mais livros do mundo inteiro. Juntos a Google afirmou que chegará muito mais longe, e tudo isso trazendo benefícios duradouros para autores, editoras, pesquisadores e leitores.

Ainda vai levar um tempo para que este acordo seja aprovado e concluído pela Justiça. Veja o que pretende fazer a empresa, brevemente.

Para disponibilizar online as obras, a empresa de internet vai pagar US$ 125 milhões em compensações.

O E-Book parece finalmente sinalizar a realização de um sonho profetizado pela internet, que efetivamente ainda não se cumpriu: A real democratização do conhecimento.

Fonte: http://e-educador.com/

As vantagens de se ler um E-book

In Comunicados, Cultura, Ebook, Internet, Literatura, Variedades on 14 novembro, 2008 at 3:28 pm

Muitas pessoas ainda têm problemas com a leitura de livros virtuais, algumas até dizem que o livro virtual não tem cheiro de livro novo ( cheiro? ).

De qualquer forma, Jefferson Neto, do Mundo Virtual Mundo Real listou as vantagens de se ler um e-book. Siga o link acima para ler o texto, ou o link abaixo, para mais informações sobre e-books no blog do Alessandro Martins.

Apesar de ser ótimo ler um livro convencional, ainda sim, como diz Cory Doctorow, livros convencionais são “árvores mortas!”

Desta forma, o e-book pode ser visto também, como um exercício de ética, pois se o livro daquele seu amigo “poeta” for realmente publicado, isso não causará danos a natureza, ou seja, não será de todo mal.

Por essas e outras é que me arrisco a dizer: “Livro Digital, você ainda vai ter… vários!”

Fonte: http://livroseafins.com

Capas

In Arte, Código Aberto, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Ebook, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura, Variedades on 14 novembro, 2008 at 9:37 am

Ebooks – Lista 2008

In Arte, Código Aberto, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Ebook, Internet, Literatura on 9 novembro, 2008 at 12:31 pm

A Fábula: Cidade dos Desgraçados – 2001

A Volta pra casa pode ser um Inferno

Meu primeiro livro publicado.

Crítica:

Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.

A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC



Visões do Mal – 2002


Uma viagem pela mente de um assassino de outro mundo.

No imaginário popular anjos e demônios nos acompanham diariamente e em nossas escolhas, mas e se esse contato acontecesse de forma mais… direta?

Download Livro Visões do Mal – 2002


Mundo Bizarro – 2003


O que eu posso dizer? Loucura. Esse livro é estranho, mas mesmo assim gosto muito dele… :)

“Existe uma teoria que diz que quando alguém descobrir exatamente para que serve e de que é feito o Universo, então este desaparecerá e surgirá algo novo, muito mais estranho e bizarro. Existe uma outra teoria que diz que isto já aconteceu.”


Douglas Adams


Download Livro Mundo Bizarro – 2003



Livro TRASH Vol. I – Zumbis & Tentáculos – 2007


“TRASH é Um Romance Pulp Fiction”


Nina Pessanha

Vamos falar a verdade. Esse negócio de zumbis, lobisomens, vampiros e múmias (imortalizados pelos clássicos da Universal, algumas vezes não com muito respeito), já passou.

Hoje esses camaradas beiram mais o ridículo. É um fato. A idade chega para todos, até mesmo para o conde imortal. Temos que admitir. Está tudo bem, é verdade.

Contudo, não podemos negar que são muito divertidos. Quando criança, temia esses monstros, bem esses aí, listados à cima. E foi justamente por isso que criei esta história. Precisava tirar anos de referências e histórias de dentro da minha cabeça. Eles estavam me deixando louco, gritando uivando e urrando, querendo sair. E eu queria englobá-los, bem como seus respectivos clichês, em uma única história.

Acho que estes personagens, que já nos serviram tanto e tão generosamente ao longo desses anos, já estão um pouco desgastados, cansados, talvez. Mas nem por isso perderam o seu charme. Portanto, vamos encará-los, você e eu, uma vez mais.

Download Livro TRASH Vol. I – Zumbis & Tentáculos – 2007


Cidade Lobo – 2007


Livro de Terror parte integrante da Coleção Jóias Literárias para o Projeto TROQUE LIXO POR LIVRO

Venda Proibida – Não disponível para Download

Capa e Ilustrações: Eugênio Colonnese


Editora Estúdio Criação


O Caso da Cruz de Prata – 2007


Livro Policial parte integrante da Coleção Jóias Literárias para o Projeto TROQUE LIXO POR LIVRO

Venda Proibida – Não disponível para Download

Capa e Ilustrações: Eugênio Colonnese


Editora Estúdio Criação



WANTED – Procurados mortos ou mortos-vivos – Um Conto Pulp Fiction – 2008


Depois de uma temporada vendo alguns filmes de bang-bang fiquei com mil idéias e precisava colocá-las em algum lugar… de modo que o livro surgiu naturalmente, como uma forma de expressar todos esses ricos elementos do mundo do velho oeste que flutuavam na minha cabeça.

Disponível para Download em Breve!


TRASH Vol. II – Vampiros em Revoada – 200?


Disponível para Download em Breve!

Estes trabalhos são licenciados sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil. Para ver uma cópia desta licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/ ou envie uma carta para Creative Commons, 171 Second Street, Suite 300, San Francisco, California 94105, USA.

Em caso de interesse na publicação desta obra em versão não-virtual entre em contato com o autor através do e-mail: hugo.maximo@gmail.com

Livre é diferente de grátis [Republicado]

In Arte, Código Aberto, Comunicados, Crônica, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, Internet, Literatura on 3 novembro, 2008 at 12:06 am

Livre é diferente de grátis

Mais questões por e-mail

O que leva um autor a disponibilizar seu trabalho livremente na internet [ ou em qualquer outro meio ] é a divulgação.

O termo gratuito é relativo, já que há algum custo envolvido na parte de produção, mesmo em se tratando de um arquivo digital, como criação, tempo de produção, manutenção de link e do próprio site ou blog.

O preço de uma obra sempre é simbólico, tendo em vista a impossibilidade de quantificar em um valor monetário o tempo de aprendizado, criação, dedicação, originalidade, etc, despendido na tarefa.

O retorno que o autor espera é moral, isto é, o reconhecimento de seus talentos [ quando eles existem ] críticas que possam contribuir para o seu aperfeiçoamento e credibilidade junto aos leitores, possíveis editores e colegas de ofício.

A forma de retribuição por parte dos leitores, caso tenham apreciado a obra, pode ser exercida no auxilio à divulgação, indicando a obra e o autor à amigos e à trabalhos relacionados.

Todos sabem a importância da campanha “boca a boca” no campo das artes e do entretenimento, principalmente na internet. No cyberespaço o mesmo ocorre, link a link. E as redes sociais fazem com que o alcance dessas recomendações se torne, praticamente, ilimitado.

Então, caso você tenha gostado de uma obra livremente disponibilizada, retribua contribuindo com divulgação.

Em muitos blogs e sites, existe a venda de e-books e de serviços relacionados. Muitas vezes regulados por sistemas DRM. Downloads pagos, editoração, confecção de capa, etc.

Nada contra. Mas não podemos esquecer que os sistemas de DRM são, por natureza, contrários ao principio básico da internet: “transportar bits de forma rápida e barata.”

Acredito, portanto, que não será se utilizando de velhas fórmulas que encontraremos uma maneira justa de remunerar os autores por seus trabalhos disponibilizados livremente.

TRASH: Zumbis & Tentáculos [SOUNDTRACK]

In Arte, Código Aberto, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, Ebook, Internet, Literatura, Variedades on 2 novembro, 2008 at 11:08 pm

Sugestão para a leitura:


TRASH: Zumbis & Tentáculos – 2007 [SOUNDTRACK]

01 .The Blasters: Dark Night (TRASH Theme)

02 .Thorogood: Bad to the Bone George (Set Gecko Theme)

03 .Creedence Clearwater Revival: Susie Q (Susana Von D. Theme)

04 .The Clash: Brand New Cadillac (Fox Theme)

05 .John Holt: Ok Fred (Jamal Theme)

06 .Queens Of The Stone Age: You Got a Killer Scene There, Man… (Papa-Lulu Theme)

07 .Queen: Dragon Attack (Tentáculos)

08 .Another Brick in the Wall: Pink Floyd (Zombie Atack)

MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

Download TRASH Vol. I – Zumbis & Tentáculos

O Guia do Ilustrador

In Arte, Cultura, Ebook, Ilustração, Internet on 24 outubro, 2008 at 11:55 am

O Guia do Ilustrador é um documento elaborado por 11 ilustradores profissionais
(além da ajuda extra de outros 4 profissionais).

Completamente gratuito, compartilha décadas de experiência para ajudar os
ilustradores a se tornarem melhores profissionais, mais bem organizados e unidos.

É um Guia bastante prático de sobrevivência na selva.

Por enquanto este Guia estará disponível na internet somente em sua versão PDF.

No futuro poderá haver uma versão impressa, e quem sabe assim uma versão
ilustrada.

http://www.guiadoilustrador.com.br/

Livre é diferente de grátis

In Artigo, Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Ebook, Internet, Literatura, Medula on 1 fevereiro, 2008 at 9:30 am
O que leva um autor a disponibilizar seu trabalho livremente na internet [ ou em qualquer outro meio ] é a divulgação.

O termo gratuito é relativo, já que há algum custo envolvido na parte de produção, mesmo em se tratando de um arquivo digital, como criação, tempo de produção, manutenção de link e do próprio site ou blog.

O preço de uma obra sempre é simbólico, tendo em vista a impossibilidade de quantificar em um valor monetário o tempo de aprendizado, criação, dedicação, originalidade, etc, despendido na tarefa.

O retorno que o autor espera é moral, isto é, o reconhecimento de seus talentos [ quando eles existem ] críticas que possam contribuir para o seu aperfeiçoamento e credibilidade junto aos leitores, possíveis editores e colegas de ofício.

A forma de retribuição por parte dos leitores, caso tenham apreciado a obra, pode ser exercida no auxilio à divulgação, indicando a obra e o autor à amigos e à trabalhos relacionados.

Todos sabem a importância da campanha “boca a boca” no campo das artes e do entretenimento, principalmente na internet. No cyberespaço o mesmo ocorre, link a link. E as redes sociais fazem com que o alcance dessas recomendações se torne, praticamente, ilimitado.

Então, caso você tenha gostado de uma obra livremente disponibilizada, retribua contribuindo com divulgação.

Em muitos blogs e sites, existe a venda de e-books e de serviços relacionados. Muitas vezes regulados por sistemas DRM. Downloads pagos, editoração, confecção de capa, etc.

Nada contra. Mas não podemos esquecer que os sistemas de DRM são, por natureza, contrários ao principio básico da internet: “transportar bits de forma rápida e barata.”

Acredito, portanto, que não será se utilizando de velhas fórmulas que encontraremos uma maneira justa de remunerar os autores por seus trabalhos disponibilizados livremente.

The Future of Ideas licenciado em Creative Commons

In Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Ebook, Internet, Literatura on 22 janeiro, 2008 at 2:59 pm
O livro “The Future of Ideas” do professor Lawrence Lessig, fundador do Creative Commons, acaba de ser licenciado em Creative Commons. É o que nos informa o próprio professor em seu blog. A licença utilizada foi a Atribuição – Uso Não Comercial. Agora, todos os quatro livros publicados por Lessig estão disponíveis em licenças Creative Commons e podem ser compartilhados e copiados livremente.

Você encontra os outros livros de Lessig nos links abaixo:

1- Code (v1)
2- Code (v2)
3- Free Culture

Google Books já digitalizou cerca de 65 milhões de livros

In Artigo, Ebook, Internet, Literatura on 7 janeiro, 2008 at 8:22 pm
O futuro do livro depois que sai do papel

Novas mídias como Google Books estão mudando o livro. Depois de digitalizadas, as obras aumentam seu alcance e ganham funcionalidades.

Por Juliano Spyer

Li na The Economist: o projeto Google Books já digitalizou cerca de 65 milhões de livros. Mas como tudo está sendo feito dentro da lei, o e-book não deve acompanhar a efervescência provocada pelo MP3 e os mecanismos de troca de arquivos. Ainda assim, o livro está mudando mais do que se percebe na superfície, em função das novas mídias.

Faz tempo que essa idéia ronda: por que o livro ainda não é compartilhado como a música e o vídeo? Resposta óbvia: porque ele não vem digitalizado e não pode ser facilmente digitalizado. E as editoras não oferecem o produto nesse formato supostamente por desconfiar de uma solução que facilita a cópia e a disseminação.

Também já faz algum tempo que eu escutei sobre projetos – O principal deles é o Google Books – de digitalizar livros para disponibilizá-los online. Mas não tinha me dado conta da dimensão dessa iniciativa. Segundo a The Economist, doze universidades fecharam acordos para liberar o acesso a seus acervos para a equipe do Google. Só da Universidade da Califórnia em Berkeley, a cada dia, três mil livros ganham versões digitais. E no total já estão prontos cerca de 65 milhões de títulos.

Leia na íntegra

Fonte: http://webinsider.uol.com.br

Creative Commons para Trigger Happy

In Creative Commons, Direitos Autorais, Ebook, Games, Internet, Literatura on 2 janeiro, 2008 at 4:41 am


Steven Poole acaba de licenciar através da Creative Commons uma das obras mais citadas da literatura dos videojogos “Trigger Happy: Videogames and the Entertainment Revolution”. Apesar de julgar que o livro aborda a temática com alguma superficialidade, atribuindo-lhe um cariz mais jornalístico do que científico não deixa no entanto de ser uma obra de consulta quase obrigatória para quem pretenda iniciar-se no campo. “Trigger Happy is a book about the aesthetics of videogames — what they share with cinema, the history of painting, or literature; and what makes them different, in terms of form, psychology and semiotics.

Deste modo podem realizar o download gratuito a partir do próprio website de Steven Poole. Se estiverem interessados no download tenham em atenção que “the book is offered under a CC license, for a limited time only. I’m not sure how limited that time will be, so grab it while it’s hot.”

 

Fonte: http://virtual-illusion.blogspot.com

Livre é diferente de grátis

In Código Aberto, Creative Commons, Direito Autoral, DRM, Ebook, Internet, Literatura on 19 dezembro, 2007 at 5:42 pm
Mais questões por e-mail

O que leva um autor a disponibilizar seu trabalho livremente na internet [ ou em qualquer outro meio ] é a divulgação.

O termo gratuito é relativo, já que há algum custo envolvido na parte de produção, mesmo em se tratando de um arquivo digital, como criação, tempo de produção, manutenção de link e do próprio site ou blog.

O preço de uma obra sempre é simbólico, tendo em vista a impossibilidade de quantificar em um valor monetário o tempo de aprendizado, criação, dedicação, originalidade, etc, despendido na tarefa.

O retorno que o autor espera é moral, isto é, o reconhecimento de seus talentos [ quando eles existem ] críticas que possam contribuir para o seu aperfeiçoamento e credibilidade junto aos leitores, possíveis editores e colegas de ofício.

A forma de retribuição por parte dos leitores, caso tenham apreciado a obra, pode ser exercida no auxilio à divulgação, indicando a obra e o autor à amigos e à trabalhos relacionados.

Todos sabem a importância da campanha “boca a boca” no campo das artes e do entretenimento, principalmente na internet. No cyberespaço o mesmo ocorre, link a link. E as redes sociais fazem com que o alcance dessas recomendações se torne, praticamente, ilimitado.

Então, caso você tenha gostado de uma obra livremente disponibilizada, retribua contribuindo com divulgação.

Em muitos blogs e sites, existe a venda de e-books e de serviços relacionados. Muitas vezes regulados por sistemas DRM. Downloads pagos, editoração, confecção de capa, etc.

Nada contra. Mas não podemos esquecer que os sistemas de DRM são, por natureza, contrários ao principio básico da internet: “transportar bits de forma rápida e barata.”

Acredito, portanto, que não será se utilizando de velhas fórmulas que encontraremos uma maneira justa de remunerar os autores por seus trabalhos disponibilizados livremente.