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Crítica do livro A Fábula: Cidade dos Desgraçados

In Arte, Comunicados, Cultura, Horror, Internet, Literatura, Pulp Fiction, Release, Terror on 15 novembro, 2009 at 7:47 pm

“Esperamos pela luz mas contemplamos a escuridão.”
Isaías 59:9

Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.

A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC

Número de páginas: 188
Peso: 228 gramas
Edição: 2 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas

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Experiência de consumo, downloads pagos, downloads gratuitos e novas idéias [ Atualizado ]

In Arte, Artigo, Código Aberto, Comunicados, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, Horror, Ilustração, Internet, Literatura, Release, SOUNDTRACK, Tecnologia, Terror, Trilha Sonora, Variedades on 9 novembro, 2009 at 10:00 am
Empresas oferecem sites que são apenas sites. Não há nada de novo sob o sol. Por sites, entenda janelas coloridas que nem sempre fazem sentido.

A credibilidade das grandes empresas e grandes marcas não justificam mais a preferência. Por exemplo, o que faz alguém optar por um programa de código aberto, como o Firefox, ao invés de utilizar o Intenet Explorer, que com certeza já está instalado em seu computador?

Dizer que isto ocorre em função do navegador ser gratuito é negar a complexidade do que vem acontecendo no mundo digital. Afinal, quando você compra seu computador você já pagou os serviços básicos que estão dentro dele, como o IE.

Diferente de sites que são apenas sites, de empresas que são apenas empresas e produtos que são apenas produtos, o Firefox oferece coisa nova. Uma nova maneira de navegar, uma nova maneira de lidar com o produto/serviço, através da da navegação customizada e da possibilidade de participar da construção de novas interfaces através do código aberto.

E este é atualmente o fator determinante do sucesso da economia online: a experiência de consumo.

Em seu artigo, Descobrindo a Experiência de Consumo, Marcio Reis diz que:

“A experiência de consumo de um produto tanto pode residir nos aspectos tangíveis como o produto em si (o desenho do interior de um veículo ou a rapidez de um serviço online), sua apresentação ao consumidor e seu preço, como nos intangíveis, desde a famigerada marca e seus valores até um processo de compra adaptado ao produto (para citar um mal exemplo, algumas online stores insistem em vender música digital usando a mesma experiência de compra dos CDs, mudando “apenas” o formato de entrega e deixando de gerar vendas e fidelização dos clientes através da experiência de consumo do download). Tangíveis ou não, os elementos que formam a experiência de consumo estão presentes em todos os produtos, sejam digitais, físicos ou qualquer mistura entre um e outro tipo. E encontram-se em lugares onde não está nem mesmo o dinheiro, como um fim de semana sem fazer nada (a rigor, uma experiência de consumo de tempo que pode substituir a experiência de consumo de vários produtos e serviços de entretenimento, exemplo de como até modelos de análise de concorrência precisam ser lidos de forma mais ampla).”

Antigas fórmulas não vão funcionar, e isto é um fato. Para ilustrar melhor essa idéia, pense sobre este exemplo apresentado no mesmo artigo:

“Já que o Google anda em voga ultimamente, pense um instante se o segredo desse serviço está na sua simplicidade (que diminui dia após dia, a cada novo recurso incorporado), na rapidez e inteligência do serviço de busca (que é tecnologia pura, pode ser igualada e até mesmo superada por outras empresas), na marca (que não traz informação concreta que afirme se a popularidade do neologismo ‘to Google’ ou a simpatia às logomarcas comemorativas são causa ou conseqüência da adoção do serviço) ou se o toque de Midas está na agradável experiência de consumo do serviço, descrita em relatos como ‘lá eu encontro tudo que quiser; até o inimaginável se eu procurar, está lá’.”

Enquanto não houver uma novidade em termos de experiência de consumo, sites serão apenas sites.

Stephen King tentou contar com a honestidade de seus leitores, quando disponibilizou o livro digital “A Planta” em seu site, dizendo que cobraria um dólar pelo download de cada capítulo. O livro estava disponível, mesmo para quem não quisesse pagar por ele. King alertou que, caso 75% dos downloads não fossem pagos, ele pararia de escrever o livro. No primeiro mês o número de downloads pagos atingiu 76%, no segundo mês, não.

Muitos pagaram, King recebeu inclusive notas de um dólar pelo correio e até mesmo um dólar de prata. Não podemos esquecer, contudo, a lealdade já conhecida de seus fãs. Mesmo assim, a coisa toda não deu certo. Será que um escritor desconhecido conseguiria 30% de downloads pagos?

De qualquer forma, O que Stephen King fez, foi estabelecer uma nova maneira de seus leitores lidarem com seu produto/serviço. Talvez não tenha sido a melhor delas. Qualquer economista recomendaria não contar com a honestidade de seus clientes como principal estratégia de vendas, a menos é claro, que você seja dono de alguma seita. Mas ele tentou algo inédito e que serviu para nos mostrar que novas idéias, mesmo quando não funcionam, nos levam à novas idéias que talvez possam funcionar.

Não podemos nunca esquecer que um site não deve ser apenas uma janela para sua marca, seu produto ou serviço, um site deve oferecer uma nova maneira de lidar com tudo isso.

Um site deve, pelo menos, seguir os princípios básicos da internet, ou seja, tornar o acesso mais amplo, mais rápido, mais cômodo e/ou mais barato.

Se o seu site não faz isso, então ele é apenas um site. Apenas uma janela colorida que nem sempre faz sentido.

Com meu blog eu consegui oferecer meus livros à um número significativamente maior de leitores. Com as edições de pequenas editoras e de autor, a tiragem sempre é pequena, a divulgação é quase nula e a renda, mínima.

Ao disponibilizar meus livros neste blog tornei o acesso mais amplo, mais rápido, mais cômodo e mais barato.

Alguém pode dizer: “mas você não está ganhando dinheiro com isso!”.

E é verdade, mas antes eu também não estava.

Contudo, algo mudou e para melhor. Tive mais leitores em um mês do que em alguns anos de “carreira”. Não tive gastos com editoração, impressão, divulgação e distribuição. Recebo e-mails diários de leitores elogiando, incentivando, criticando, discutindo a trama dos livros, fazendo perguntas sobre personagens e pedindo mais. Alguns, poucos ainda, perguntam sobre uma possível publicação em papel, dizendo-se interessados em adquirir o livro em seu formato tradicional. [ Que já estão disponíveis para venda! ]

Estou tentando coisas novas. O livro TRASH Volume I, por exemplo, tem até trilha sonora. Por enquanto esta idéia está funcionando dentro das metas que havia proposto. Futuramente não sei o que virá. Estou acompanhando o mercado, as tendências, os autores tradicionais, os autores virtuais e suas novas idéias e propostas.

Disciplina e paciência são tão importantes nesse caso, quanto as novas idéias.

E que venham as novas idéias!


Nota: citação Marcos Reis Pinto www.marcioreispinto.org

TRASH: Zumbis & Tentáculos [SOUNDTRACK]

In Comunicados, Horror, Internet, Música, SOUNDTRACK, Terror, Trilha Sonora, Variedades on 6 novembro, 2009 at 12:42 pm

Sugestão para a leitura:


TRASH: Zumbis & Tentáculos – 2009 [SOUNDTRACK]

01 .The Blasters: Dark Night (TRASH Theme)
02 .Thorogood: Bad to the Bone George (Set Gecko Theme)

03 .Creedence Clearwater Revival: Susie Q (Susana Von D. Theme)
04 .The Clash: Brand New Cadillac (Fox Theme)
05 .John Holt: Ok Fred (Jamal Theme)
06 .Queens Of The Stone Age: You Got a Killer Scene There, Man
… (Papa-Lulu Theme)
07 .Queen: Dragon Attack (Tentáculos)
08 .Pink Floyd: Another Brick in the Wall (Zombie Atack)

TRILHA SONORA DO LIVRO

Clique para ouvir

MusicPlaylist
MySpace Playlist at MixPod.com

Número de páginas: 181
Peso: 221 gramas
Edição: 1 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas.


Capista [ Encomenda ]

In Arte, Capas, Capista, Comunicados, Cultura, Ebook, Encomendar Capa, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura, Serviço de Capista on 6 novembro, 2009 at 11:45 am
Serviço de Capista

Capas:

Livros, CD, DVD, Revistas, Quadrinhos e outros

Técnica:

Desenho, Colagem, Arte-Final e Tratamento

Forma de Pagamento:

Depósito Bancário

Preço:

De R$ 100,00 a R$ 250,00 dependendo do tempo de desenvolvimento e execução

Prazo: 01 [uma] semana em média

Obs.:

* Incluso desenvolvimento
* 01 [uma] imagem pronta para impressão
* 01 [uma] imagem de divulgação
* Sem taxa de tiragem

Encomendar Capa
[ primeira amostra sem compromisso ]

Portfólio:

[ primeira amostra sem compromisso ]

Imprensa: Release, Críticas e Notícias

In Arte, Código Aberto, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, Internet, Release, Variedades on 6 novembro, 2009 at 10:06 am
Release TRASH Vol. I Zumbis & Tentáculos

Número de páginas: 181
Peso: 221 gramas
Edição: 1 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas.

“TRASH é um Romance Pulp Fiction”

Nina Pessanha



Release A Fábula – Cidade dos Desgraçados:

Número de páginas: 188
Peso: 228 gramas
Edição: 2 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas

Uma fábula sombria e instigante. Uma viagem onde tudo pode acontecer, principalmente o impossível. Uma história de arrepiar.

SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA

Neste livro, Hugo Maximo está nos falando de terror, de uma cidade dominada pelo Demônio. O livro prende, envolve e arrebata, e é daqueles que a gente não consegue dormir sem acabar de ler.

Coojornal

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC


Crítica A Fábula:

Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.

A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC


Release
E-Books:

Escritor disponibiliza gratuitamente livros na Internet pelo sistema Creative Commons

O escritor Hugo Maximo disponibilizou gratuitamente no seu blog: http://matrixordinaria.blogspot.com/, pelo sistema Creative Commons, os livros de sua autoria: Depois de três livros publicados da maneira tradicional resolveu atacar em outras frentes, a exemplo do autor Cory Doctorow e de outros escritores, defensores do sistema copyleft de direitos autorais.

Blog do autor: http://matrixordinaria.blogspot.com/

Livros publicados:
– A Fábula: Cidade dos Desgraçados, Hemisfério Sul, 2001.

– A Fábula: Cidade dos Desgraçados, Clube de Autores, 2009. [Segunda Edição]

– O Caso da Cruz de Prata, Estúdio Criação, 2007. Ilustrações de Eugênio Colonnese.

– O Caso da Cruz de Prata, Estúdio Criação, 2010. Ilustrações de Eugênio Colonnese. [Segunda Edição]

– A Cidade Lobo, Estúdio Criação, 2007. Ilustrações de Eugênio Colonnese.

– A Cidade Lobo, Estúdio Criação, 2010. Ilustrações de Eugênio Colonnese. [Segunda Edição]
E-Books:

– Visões do Mal, Creative Commons, 2002. [Em Revisão]

– Mundo Bizarro, Creative Commons, 2003. [Em Revisão]

Críticas:

A Fábula:

Neste livro, Hugo Maximo está nos falando de terror, de uma cidade dominada pelo Demônio. O livro prende, envolve e arrebata, e é daqueles que a gente não consegue dormir sem acabar de ler.

Coojornal

A FÁBULA: CIDADE DOS DESGRAÇADOS – uma fábula sombria e instigante. Uma viagem onde tudo pode acontecer, principalmente o impossível. Uma história de arrepiar. Pela Editora Hemisfério Sul, de Hugo Maximo.

SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA

Nesse trabalho de estréia, narrativa de fôlego, coisa rara por aqui, Hugo Maximo desponta com o charme indelével da fabulação. Contar uma história, e uma história de arrepiar, à XIX, inclusive no tema, sombria e instigante, é seu objetivo primordial. Sem compromissos, sem pretensões intelectualóides. E nada que compará-lo a Stephen King ou Clive Barker, embora as influências sejam possíveis, visto que o tom hiperbólico e conseqüentemente divertido garante a originalidade do seu texto. É uma prova de que a literatura, mesmo nessa época de orgias audiovisuais, pode e deve ser uma atividade prazerosa, criativa, inadiável.

Vamos lá! Abra o livro e crie coragem de acompanhar Daniel. Não posso garantir segurança. Surpresa, porém, você as encontrará aos montes, em cada capítulo, em cada página. Vá em frente, amigo leitor, mas vá preparado! É o Hugo e é o Máximo que tenho a dizer.

Escritor Maicon Tenfen

Uma curiosidade a respeito desse jovem talento, que já vive em Blumenau faz alguns anos, é que ele passou a sua infância, literalmente, dentro de uma Biblioteca. Sua mãe era a bibliotecária, e ele não tinha com quem ficar depois das aulas – e assim passou as tardes da sua infância lendo, receita infalível para que se crie um bom escritor. Segundo o historiador e escritor Viegas Fernandes da Costa, “A gente conhece o bom escritor porque é aquele que lê mais do que escreve”. Nada mais adequado no que se refere a Hugo Maximo!

Escritora Urda Alice Klueger


Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.

A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC

Notícias:

MedNews

Escrita Criativa

Infernotícias

Technorati Marcas


Medo do Escuro

Livre é diferente de grátis

O que leva um autor a disponibilizar seu trabalho livremente na internet [ ou em qualquer outro meio ] é a divulgação.

O termo gratuito é relativo, já que há algum custo envolvido na parte de produção, mesmo em se tratando de um arquivo digital, como criação, tempo de produção, manutenção de link e do próprio site ou blog.

O preço de uma obra sempre é simbólico, tendo em vista a impossibilidade de quantificar em um valor monetário o tempo de aprendizado, criação, dedicação, originalidade, etc, despendido na tarefa.

O retorno que o autor espera é moral, isto é, o reconhecimento de seus talentos [ quando eles existem ] críticas que possam contribuir para o seu aperfeiçoamento e credibilidade junto aos leitores, possíveis editores e colegas de ofício.

A forma de retribuição por parte dos leitores, caso tenham apreciado a obra, pode ser exercida no auxilio à divulgação, indicando a obra e o autor à amigos e à trabalhos relacionados.

Todos sabem a importância da campanha “boca a boca” no campo das artes e do entretenimento, principalmente na internet. No cyberespaço o mesmo ocorre, link a link. E as redes sociais fazem com que o alcance dessas recomendações se torne, praticamente, ilimitado.

Então, caso você tenha gostado de uma obra livremente disponibilizada, retribua contribuindo com divulgação.

Em muitos blogs e sites, existe a venda de e-books e de serviços relacionados. Muitas vezes regulados por sistemas DRM. Downloads pagos, editoração, confecção de capa, etc.

Nada contra. Mas não podemos esquecer que os sistemas de DRM são, por natureza, contrários ao principio básico da internet: “transportar bits de forma rápida e barata.”

Acredito, portanto, que não será se utilizando de velhas fórmulas que encontraremos uma maneira justa de remunerar os autores por seus trabalhos disponibilizados livremente.

TRASH Vol. I – Zumbis & Tentáculos

In Arte, Comunicados, Cultura, Horror, Literatura, Terror on 5 novembro, 2009 at 6:40 pm

Número de páginas: 181
Peso: 221 gramas
Edição: 1 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas.

A Fábula: Cidade dos Desgraçados

In Arte, Comunicados, Cultura, Horror, Literatura, Terror on 5 novembro, 2009 at 6:34 pm

Número de páginas: 188
Peso: 228 gramas
Edição: 2 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas

Comunicado

In Comunicados on 29 outubro, 2009 at 12:25 pm

Depois de alguns e-mails com o pessoal alertando para alguns erros (muitos erros), estou finalmente revisando os ebooks, (odeio revisão). Então sem downloads por enquanto.

Em breve vou disponibilizar todos novamente.

Ah! Os livros:

Já estão à venda em papel pelo clube dos autores com entrega em todo o território nacional.

Att

Capas Novas

In Arte, Comunicados, Cultura, Ebook, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura on 29 outubro, 2009 at 11:58 am

Atualizando as Capas:




FRANKENSTEIN Her Majesty’s Secret Service Book One

In Animação, Arte, Código Aberto, Cinema, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, História em Quadrinhos, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura, Variedades on 23 julho, 2009 at 12:13 pm

http://www.drunkduck.com/FRANKENSTEIN__Her_Majestys_Secret_Service/

Lá vai o diabo…

In Arte, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Ebook, Internet, Literatura, Variedades on 29 abril, 2009 at 7:47 am
“Lá vai o diabo pelo mundo entrando nas histórias. De uma beleza que não revela nada, parece esconder tudo, e vai dando aos outros a ilusão de mistério.

Os homens, famintos de amparo. E como o diabo tem o ar superior e indiferente, os homens pensam que precisam dele. E aí o amam, por confusão e por isso apaixonadamente. E o diabo toma e abandona os homens, e o diabo cresce, cresce como ele cresce, na medida em que os outros diminuem.

Sem amar, o mundo para ele é ele. E lá vai ele, o só, lá vai ele pelo mundo entrando nas histórias, vivendo em cada personagem, esse que não se acha devedor de nada, lá vai o credor, nosso pedaço, o diabo, a serviço de Deus.”

João Uchoa Cavalcanti Netto.

Nota: do livro A Fábula: Cidade dos Desgraçados

i ii iii

In Arte, Comunicados, Cultura, Imagens, Internet, Variedades on 11 fevereiro, 2009 at 6:15 pm
i ii iii

Ainda Estamos Vivos!

In Comunicados on 26 novembro, 2008 at 12:10 am

Santa Catarina…

“O pessoal da UFSC- Universidade Federal de Santa Catarina – manda avisar que a instituição está aceitando doações para ajudar os desabrigados. Todo o material será entregue à Defesa Civil, que fará a distribuição conforme a necessidade das comunidades afetadas pelas chuvas.”

Mais informações nesta reportagem do Diário Catarinense e no site da Defesa Civil.”

Fonte: Fernanda Santos >> Tas.

Contra O Projeto de Lei Azeredo

In Comunicados, Cultura, Internet, Variedades on 26 novembro, 2008 at 12:04 am

“Vi no Tas.

Para assinar contra o projeto expelido por esse caipira inútil e mensaleiro, é aqui.”

Ubuntu… eu vou aprender… Ubuntu…?

In Código Aberto, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Internet, Tecnologia, Variedades on 22 novembro, 2008 at 7:55 pm

O que é o Ubuntu?

Ubuntu é um sistema operacional baseado em Linux desenvolvido pela comunidade e é perfeito para notebooks, desktops e servidores. Ele contém todos os aplicativos que você precisa – um navegador web, programas de apresentação, edição de texto, planilha eletrônica, comunicador instantâneo e muito mais.

Compromisso Ubuntu

  • O Ubuntu sempre será gratuito, e não cobrará adicionais por uma “versão enterprise” ou atualizações de segurança. Nosso melhor trabalho está disponível para todos sob as mesmas condições.

  • Uma nova versão do Ubuntu é lançada periodicamente a cada seis meses. Cada nova versão possui suporte completo, incluindo atualizações de segurança pela Canonical por pelo menos 18 meses, tudo isto gratuitamente.

  • O Ubuntu possui a melhor infraestrutura de tradução e acessibilidade que a comunidade do Software Livre tem a oferecer, tornando o Ubuntu usável por tantas pessoas quanto for possível.

  • O CD do Ubuntu possui apenas Software Livre, nós encorajamos você a usar software de código aberto, melhorá-lo e distribui-lo.

Obtenha o Ubuntu


Baixe o Ubuntu agora mesmo ou solicite seu CD

Download

Clique no link para ver as opções de download e baixar agora mesmo a sua cópia do Ubuntu. Esta é a maneira mais simples, rápida e fácil de se obter o Ubuntu – o arquivo possui apenas 700MB para ser gravado em um único CD.

CDs gravados (comunidade)

Veja aqui uma lista contendo o contato de usuários que estão distribuindo voluntariamente CDs do Ubuntu em todo o Brasil, através desta lista você pode entrar diretamente em contato com alguém da sua cidade ou mais próximo a você.

CDs gravados (ShipIt)

A Canonical, empresa que patrocina o desenvolvimento do Ubuntu, possui um serviço de distribuição de CDs. Este serviço chega a você sem custo algum, embora gere uma série de despesas que poderiam estar sendo empregadas no desenvolvimento do sistema operacional.
Se você deseja solicitar seus CDs do Ubuntu acesse esta página.

Fonte: http://www.ubuntu-br.org/

Uma Cultura Compartilhada: "Shared Culture"

In Arte, Artigo, Código Aberto, Cinema, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Internet, Tecnologia, Variedades on 18 novembro, 2008 at 9:04 pm
Para celebrar sua campanha de arrecadação de fundos de 2008, o Creative Commons lançou “Shared Culture” (Uma Cultura Compartilhada), um vídeo do renomado cinegrafista Jesse Dylan. Conhecido por uma variedade de filmes, clipes musicais e inclusive o vídeo de campanha, “Yes We Can”, do candidato à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, Dylan visa divulgar a missão Creative Commons através de “Shared Culture”.

O vídeo conta com os principais pensadores por trás do Creative Commons que explicam como a organização está ajudando criadores a compartilharem suas obras com o público de maneira simples através de ferramentas gratuitas para permitir a disseminação legal e a própria criação de obras derivadas (ou “remixagens”).

São exibidos trechos de entrevistas intercalados com dezenas de fotos licenciadas em CC. A trilha sonora, composta de duas faixas da banda Nine Inch Nails, também destaca a funcionalidade da “cultura compartilhada” através das faixas “17 Ghosts II” e “21 Ghosts III”, também licenciadas em Creative Commons.

Acesse a página do “Shared Culture” para ter acesso a mais informações (incluindo créditos completos), a todas as imagens usadas e ao próprio arquivo do vídeo em diferentes formatos.


Fonte: http://www.creativecommons.org.br/

As vantagens de se ler um E-book

In Comunicados, Cultura, Ebook, Internet, Literatura, Variedades on 14 novembro, 2008 at 3:28 pm

Muitas pessoas ainda têm problemas com a leitura de livros virtuais, algumas até dizem que o livro virtual não tem cheiro de livro novo ( cheiro? ).

De qualquer forma, Jefferson Neto, do Mundo Virtual Mundo Real listou as vantagens de se ler um e-book. Siga o link acima para ler o texto, ou o link abaixo, para mais informações sobre e-books no blog do Alessandro Martins.

Apesar de ser ótimo ler um livro convencional, ainda sim, como diz Cory Doctorow, livros convencionais são “árvores mortas!”

Desta forma, o e-book pode ser visto também, como um exercício de ética, pois se o livro daquele seu amigo “poeta” for realmente publicado, isso não causará danos a natureza, ou seja, não será de todo mal.

Por essas e outras é que me arrisco a dizer: “Livro Digital, você ainda vai ter… vários!”

Fonte: http://livroseafins.com

Capas

In Arte, Código Aberto, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Ebook, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura, Variedades on 14 novembro, 2008 at 9:37 am

Ebooks – Lista 2008

In Arte, Código Aberto, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Ebook, Internet, Literatura on 9 novembro, 2008 at 12:31 pm

A Fábula: Cidade dos Desgraçados – 2001

A Volta pra casa pode ser um Inferno

Meu primeiro livro publicado.

Crítica:

Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.

A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.

A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.

Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.

A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.

O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.

Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC



Visões do Mal – 2002


Uma viagem pela mente de um assassino de outro mundo.

No imaginário popular anjos e demônios nos acompanham diariamente e em nossas escolhas, mas e se esse contato acontecesse de forma mais… direta?

Download Livro Visões do Mal – 2002


Mundo Bizarro – 2003


O que eu posso dizer? Loucura. Esse livro é estranho, mas mesmo assim gosto muito dele… :)

“Existe uma teoria que diz que quando alguém descobrir exatamente para que serve e de que é feito o Universo, então este desaparecerá e surgirá algo novo, muito mais estranho e bizarro. Existe uma outra teoria que diz que isto já aconteceu.”


Douglas Adams


Download Livro Mundo Bizarro – 2003



Livro TRASH Vol. I – Zumbis & Tentáculos – 2007


“TRASH é Um Romance Pulp Fiction”


Nina Pessanha

Vamos falar a verdade. Esse negócio de zumbis, lobisomens, vampiros e múmias (imortalizados pelos clássicos da Universal, algumas vezes não com muito respeito), já passou.

Hoje esses camaradas beiram mais o ridículo. É um fato. A idade chega para todos, até mesmo para o conde imortal. Temos que admitir. Está tudo bem, é verdade.

Contudo, não podemos negar que são muito divertidos. Quando criança, temia esses monstros, bem esses aí, listados à cima. E foi justamente por isso que criei esta história. Precisava tirar anos de referências e histórias de dentro da minha cabeça. Eles estavam me deixando louco, gritando uivando e urrando, querendo sair. E eu queria englobá-los, bem como seus respectivos clichês, em uma única história.

Acho que estes personagens, que já nos serviram tanto e tão generosamente ao longo desses anos, já estão um pouco desgastados, cansados, talvez. Mas nem por isso perderam o seu charme. Portanto, vamos encará-los, você e eu, uma vez mais.

Download Livro TRASH Vol. I – Zumbis & Tentáculos – 2007


Cidade Lobo – 2007


Livro de Terror parte integrante da Coleção Jóias Literárias para o Projeto TROQUE LIXO POR LIVRO

Venda Proibida – Não disponível para Download

Capa e Ilustrações: Eugênio Colonnese


Editora Estúdio Criação


O Caso da Cruz de Prata – 2007


Livro Policial parte integrante da Coleção Jóias Literárias para o Projeto TROQUE LIXO POR LIVRO

Venda Proibida – Não disponível para Download

Capa e Ilustrações: Eugênio Colonnese


Editora Estúdio Criação



WANTED – Procurados mortos ou mortos-vivos – Um Conto Pulp Fiction – 2008


Depois de uma temporada vendo alguns filmes de bang-bang fiquei com mil idéias e precisava colocá-las em algum lugar… de modo que o livro surgiu naturalmente, como uma forma de expressar todos esses ricos elementos do mundo do velho oeste que flutuavam na minha cabeça.

Disponível para Download em Breve!


TRASH Vol. II – Vampiros em Revoada – 200?


Disponível para Download em Breve!

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Em caso de interesse na publicação desta obra em versão não-virtual entre em contato com o autor através do e-mail: hugo.maximo@gmail.com

Livre é diferente de grátis [Republicado]

In Arte, Código Aberto, Comunicados, Crônica, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, Internet, Literatura on 3 novembro, 2008 at 12:06 am

Livre é diferente de grátis

Mais questões por e-mail

O que leva um autor a disponibilizar seu trabalho livremente na internet [ ou em qualquer outro meio ] é a divulgação.

O termo gratuito é relativo, já que há algum custo envolvido na parte de produção, mesmo em se tratando de um arquivo digital, como criação, tempo de produção, manutenção de link e do próprio site ou blog.

O preço de uma obra sempre é simbólico, tendo em vista a impossibilidade de quantificar em um valor monetário o tempo de aprendizado, criação, dedicação, originalidade, etc, despendido na tarefa.

O retorno que o autor espera é moral, isto é, o reconhecimento de seus talentos [ quando eles existem ] críticas que possam contribuir para o seu aperfeiçoamento e credibilidade junto aos leitores, possíveis editores e colegas de ofício.

A forma de retribuição por parte dos leitores, caso tenham apreciado a obra, pode ser exercida no auxilio à divulgação, indicando a obra e o autor à amigos e à trabalhos relacionados.

Todos sabem a importância da campanha “boca a boca” no campo das artes e do entretenimento, principalmente na internet. No cyberespaço o mesmo ocorre, link a link. E as redes sociais fazem com que o alcance dessas recomendações se torne, praticamente, ilimitado.

Então, caso você tenha gostado de uma obra livremente disponibilizada, retribua contribuindo com divulgação.

Em muitos blogs e sites, existe a venda de e-books e de serviços relacionados. Muitas vezes regulados por sistemas DRM. Downloads pagos, editoração, confecção de capa, etc.

Nada contra. Mas não podemos esquecer que os sistemas de DRM são, por natureza, contrários ao principio básico da internet: “transportar bits de forma rápida e barata.”

Acredito, portanto, que não será se utilizando de velhas fórmulas que encontraremos uma maneira justa de remunerar os autores por seus trabalhos disponibilizados livremente.