Ligando tudo ao todo

Archive for the ‘Cinema’ Category

Fumando Espero – A Série

In Cinema, Cultura, TV, Variedades on 3 novembro, 2009 at 7:41 pm
Para abandonar o vício, fumante decide estudar o assunto e fazer um documentário sobre o tema, no qual expõem suas agruras e os vários lados daquela que é considerada a indústria mais letal do século XX e XXI.

O filme de 1h20m de duração consumiu 110 horas de filmagens, transformadas agora numa série homônima, que estreia quarta-feira, às 21h, no Canal Brasil. Captado durante três anos pela diretora, o material inédito que não foi usado no longa-metragem rendeu cinco programas.

A diferença crucial entre o documentário e a série de TV é o posicionamento da diretora, que agora só faz as vezes de narradora da história.


http://www.fumandoespero.com.br/

Fonte: http://oglobo.globo.com/

FRANKENSTEIN Her Majesty’s Secret Service Book One

In Animação, Arte, Código Aberto, Cinema, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Ebook, História em Quadrinhos, Ilustração, Imagens, Internet, Literatura, Variedades on 23 julho, 2009 at 12:13 pm

http://www.drunkduck.com/FRANKENSTEIN__Her_Majestys_Secret_Service/

Uma Cultura Compartilhada: "Shared Culture"

In Arte, Artigo, Código Aberto, Cinema, Comunicados, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Internet, Tecnologia, Variedades on 18 novembro, 2008 at 9:04 pm
Para celebrar sua campanha de arrecadação de fundos de 2008, o Creative Commons lançou “Shared Culture” (Uma Cultura Compartilhada), um vídeo do renomado cinegrafista Jesse Dylan. Conhecido por uma variedade de filmes, clipes musicais e inclusive o vídeo de campanha, “Yes We Can”, do candidato à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, Dylan visa divulgar a missão Creative Commons através de “Shared Culture”.

O vídeo conta com os principais pensadores por trás do Creative Commons que explicam como a organização está ajudando criadores a compartilharem suas obras com o público de maneira simples através de ferramentas gratuitas para permitir a disseminação legal e a própria criação de obras derivadas (ou “remixagens”).

São exibidos trechos de entrevistas intercalados com dezenas de fotos licenciadas em CC. A trilha sonora, composta de duas faixas da banda Nine Inch Nails, também destaca a funcionalidade da “cultura compartilhada” através das faixas “17 Ghosts II” e “21 Ghosts III”, também licenciadas em Creative Commons.

Acesse a página do “Shared Culture” para ter acesso a mais informações (incluindo créditos completos), a todas as imagens usadas e ao próprio arquivo do vídeo em diferentes formatos.


Fonte: http://www.creativecommons.org.br/

100 filmes essenciais segundo a Revista Bravo!

In Cinema, Variedades on 28 outubro, 2008 at 9:37 pm

São eles:

01. Cidadão Kane (1941), de Orson Welles
02. O Poderoso Chefão (1972), de Francis Ford Coppola
03. Sindicato de Ladrões (1954), de Elia Kazan
04. Um Corpo Que Cai (1958), Alfred Hitchcock
05. Casablanca (1942), de Michael Curtiz
06. Oito e Meio (1963), de Federico Fellini
07. Lawrence da Arábia (1965), de David Lean
08. A Regra do Jogo (1939), de Jean Renoir
09. O Encouraçado Potemkin (1925), de Sergei Eisenstein
10. Rastros de Ódio (1956), de John Ford
11. Cantando na Chuva (1956), de Gene Kelly e Stanley Donen
12. Crepúsculo dos Deuses (1950), de Billy Wilder
13. Persona (1966), de Ingmar Bergman
14. O Mensageiro do Diabo (1955), de Charles Laughton
15. 2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick
16. Os Sete Samurais (1954), de Akira Kurosawa
17. O Leopardo (1963), de Luchino Visconti
18. Taxi Driver (1976), de Martin Scorsese
19. Era uma Vez em Tóquio (1953), de Yasujiro Ozu
20. Fitzcarraldo (1982), de Werner Herzog
21. Acossado (1959), de Jean-Luc Godard
22. Jules e Jim (1962), de François Truffaut
23. O Conformista (1970), de Bernardo Bertolucci
24. Em Busca do Ouro (1925), de Charles Chaplin
25. Metrópolis (1926), de Fritz Lang
26. O Sétimo Selo (1956), de Ingmar Bergman
27. A Aventura (1960), de Michelangelo Antonioni
28. Amarcord (1973), de Federico Fellini
29. Viridiana (1961), de Luis Buñuel
30. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977), de Woody Allen
31. O Nascimento de uma Nação (1915), de D. W. Griffith
32. Apocalypse Now (1979), de Francis Ford Coppola
33. Era uma Vez no Oeste (1968), de Sérgio Leone
34. Assim Caminha a Humanidade (1956), de George Stevens
35. Psicose (1960), de Alfred Hitchcock
36. O Martírio de Joana D’Arc (1928)
37. Touro Indomável (1980), de Martin Scorsese
38. Olympia (1938), de Leni Riefenstahl
39. O Falcão Maltês (1941), de John Huston
40. Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha
41. Dr. Fantástico (1964), de Stanley Kubrick
42. Roma, Cidade Aberta (1945), de Roberto Rossellini
43. A Doce Vida (1960), de Federico Fellini
44. Chinatown (1974), de Roman Polanski
45. A Felicidade Não se Compra (1946), de Frank Capra
46. …E o Vento Levou (1939), de Victor Fleming
47. Tempos Modernos (1936), de Charles Chaplin
48. A Um Passo da Eternidade (1953), de Fred Zinnermann
49. O Sacrifício (1986), de Andrei Tartovski
50. Laranja Mecânica (1971), de Stanley Kubrick
51. A General (1927), de Buster Keaton
52. O Homem Elefante (1980), de David Lynch
53. O Mágico de Oz (1939), de Victor Fleming
54. Querelle (1982), de Rainer Werner Fassbinder
55. A Primeira Noite de um Homem (1967), de Mike Nichols
56. Morte em Veneza (1971), de Luchino Visconti
57. A Última Sessão de Cinema (1971), de Peter Bogdanovich
58. Os Bons Companheiros (1990), de Martin Scorsese
59. Blade Runner – O Caçador de Andróides (1982), de Ridley Scott
60. A Malvada (1950), de Joseph L. Mankiewicz
61. Nosferatu (1922), de Friedrich W. Murnau
62. O Último Tango em Paris (1972), de Bernardo Bertolucci
63. Ladrões de Bicicleta (1948), de Vittorio de Sica
64. Asas do Desejo (1987), de Wim Wenders
65. Pulp Fiction – Tempo de Violência (1994), de Quentin Tarantino
66. Repulsa ao Sexo (1965), de Roman Polanski
67. Crimes e Pecados (1989), de Woody Allen
68. Uma Rua Chamada Pecado (1951), de Elia Kazan
69. Butch Cassidy e Sundance Kid (1969), de George Roy Hill
70. Os Imperdoáveis (1992), de Clint Eastwood
71. Patton – Rebelde ou Herói? (1969), de Franklin J. Schaffner
72. Tudo Sobre Minha Mãe (1999), de Pedro Almodóvar
73. Um Lugar ao Sol (1951), de George Stevens
74. Um Estranho no Ninho (1975), de Milos Forman
75. Amor à Flor da Pele (2000), de Wong Kar-Wai
76. Hiroshima, Meu Amor (1959), de Alain Resnais
77. Kaos (1984), de Irmaõs Taviani
78. Brazil, O Filme (1985), de Terry Gilliam
79. Quanto Mais Quente Melhor (1956), de Billy Wilder
80. Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles
81. Os Homens Preferem as Loiras (1953), de Howard Hanks
82. Um Cão Andaluz (1928), Luis Buñuel
83. Los Angeles – Cidade Proibida (1997), de Curtis Hanson
84. Pixote – A Lei do Mais Fraco (1981), de Hector Babenco
85. Ben-Hur (1959), de William Wyler
86. Fantasia (1940), de Walt Disney
87. Sem Destino (1969), de Dennis Hopper e Peter Fonda
88. Dogville (2003), de Lars Von Trier
89. O Império dos Sentidos (1976), de Nagisa Oshima
90. Um Convidado Bem Trapalhão (1968), de Blake Edwards
91. A Lista de Schindler (1993), de Steven Spielberg
92. Guerra nas Estrelas (1977), de George Lucas
93. O Pântano (2000), de Lucrecia Martel
94. Cabaré (1972), de Bob Fosse
95. Operação França (1971), de William Friedkin
96. King Kong (1933), de Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack
97. As Invasões Bárbaras (2003), de Denys Arcand
98. Fargo (1996), de Joel e Ethan Cohen
99. M.A.S.H. (1970), de Robert Altman
100. Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho

http://www.bravonline.com.br/

RioFan

In Cinema, Comunicados on 14 fevereiro, 2008 at 1:21 pm

O RioFan – 1º Festival Internacional de Cinema Fantástico do Rio de Janeiro – prorrogou suas inscrições!

Agora você pode enviar seu filme até o dia 22 de fevereiro

Horror, ficção científica, fantasia ou qualquer trama sobre-humana: inscreva seu longa ou curta mais recente e participe do primeiro festival carioca dedicado a fantasmas, zumbis, monstros, lendas e todos os elementos que compõem esse universo enorme e muito criativo.

Com uma homenagem ao mestre José Mojica Marins – o nosso Zé do Caixão – e ao escritor H.P Lovecraft, além de uma série de produções nacionais e internacionais premiadas ao redor do mundo, o RioFan será o espaço ideal para fãs de horror, fantasia, sci-fi e todos os outros elementos sobrenaturais.

Aproveite também para conhecer o nosso site www.riofan.com.br e veja o regulamento.

RioFan – 1º Festival Internacional de Cinema Fantástico do Rio de Janeiro

Lost Boys 2 e possível 3

In Cinema on 24 janeiro, 2008 at 5:04 pm

O clássico Lost Boys ganha seqüencia! Foi um dos melhores filmes de vampiros da década de oitenta e é considerado, por nós brasileiros, um clássico da Sessão da Tarde!

Impossível não ficar entusiasmado…

Muitos boatos cercam a produção do filme, no que se refere ao fato do ator Corey Haim (Sem Licença para Dirigir), que interpreta Sam Emerson no primeiro filme estar fora do projeto. No entanto, confirmadas, mesmo, estão as voltas de Corey Feldman (O BOCÃO d’Os Goonies) como Edgar Frog e Jamison Newlander como Alan Frog.

Os irmãos Frog continuam caçando vampiros, agora na Califórnia. A trama da continuação se ambienta em Luna Bay, cidade surfista onde chegam os irmãos Chris Emerson (Tad Hilgenbrink) e sua irmã mais nova, Nicole (Autumn Reeser). Os dois acabam de perder os pais e estão se mudando para a casa da tia.

Uma vez em Luna Bay, viram alvo dos vampiros – e Nicole se apaixona por um deles. Chris agora precisa eliminar a gangue de sanguessugas antes que a irmã vire uma, e para isso contará com a ajuda dos veteranos irmãos Frog.

A sinopse termina fazendo algum mistério, dizendo que participações especiais de atores do filme original devem acontecer.


O diretor do filme será o ilustríssimo desconhecido P.J. Pesce, que tem no currículo o terrível From Dusk Till Dawn 3.

Só em DVD:

O barulho na Internet não foi suficiente. Esperava-se que The Lost Boys 2: The Tribe, a continuação do clássico oitentista Os garotos perdidos (The Lost Boys, 1987), pudesse ter uma chance de ir para o cinema, mas a Warner Bros. anunciou na última quinta-feira que o filme sairá mesmo direto para DVD nos EUA.

Em compensação, Corey Feldman já fala de um possível terceiro filme. Em seu blog, ele disse que o estúdio gostou do que viu em Lost Boys 2 e já pediu para o roteirista Hans Rodionoff começar a pensar em Lost Boys 3 – com uma história focada apenas no personagem de Feldman.

A continuação do filme de 1987 de Joel Schumacher sai no meio do ano.

Fonte: http://www.omelete.com.br/


I want to believe 2

In Cinema on 19 janeiro, 2008 at 8:27 am
Arquivo X marcou o início da safra de bons seriados, com roteiros bem trabalhados, tramas dignas de grandes filmes e livros, e isso em uma época onde os seriados ainda se utilizavam de fórmulas básicas e repetitivas, como o episódio do natal, o episódio do dia de ação de graças etc… ad infinitum.
Nada mais justo do que uma volta. Contudo, devido ao primeiro filme, que decepcionou um pouco, fica a pergunta? Será que o formato Arquivo X fica bem no cinema.

Para mim, o segredo do sucesso da série, estava justamente em ser um seriado. O Seriado, O melhor seriado. Quase como uma história em quadrinhos semanal. As histórias eram excelentes e contínuas.

Enquanto houvesse temporadas, as histórias estariam lá, semanalmente. Eu sabia que, mesmo quando o episódio terminasse, eu teria mais na semana seguinte.

Como a possibilidade da série voltar é praticamente impossível, embora “eu quero acreditar” espero que o filme Arquivo X 2 seja bom o bastante, pelos menos para render uma continuação.

Los Angeles Times

“Os rumores estavam corretos. Uma seqüencia de Arquivo X estreará no próximo verão, em 25 de julho de 2008. A Fox anunciou hoje.

Estrelas da cult série David Duchovny e Gillian Anderson irão protagonizar o projeto ainda sem título, dirigido por Chris Carter, que escreveu o roteiro com Frank Spotnitz. O piloto é segredo por enquanto.


O release do estúdio diz somente que “o thriller supernatural é um stand-alone seguindo a tradição de alguns dos mais amados e aclamados episódios e vai levar a sempre complicada relação entre Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully(Anderson) em novas e inesperadas direções”.
O anúncio veio depois que rumores se espalhararam pela Web na 2ª feira no site comingsoon.net dizendo que o filme começaria a ser filmado em 10 de dezembro em Vancouver.”

Depois de dez do primeiro filme e seis do fim da série, Duchovny e Anderson juntos e Arquivo X 2.

Mortos-vivos, Aliens, a Rainha da Festa do Pescado & Porque macaco velho mete a mão em cumbuca

In Cinema on 16 janeiro, 2008 at 8:24 am
Por nada e por acaso, ontem, assisti UNDEAD, 2003 [Austrália] dos irmãos Michael e Peter Spierig e dei algumas risadas.

O clima de o mundo vai pro buraco impera, mas com bom humor. Trash de propósito ainda sim é trash, mesmo pra quem espera “fabricar” um Cult, se é que isso é possível.

A verdade é que o filme é ruim, mas sou obrigado a dizer que gostei muito de assisti-lo. Em Dança Macabra, Stephen King apresenta uma ótima explicação do porque assistir esse tipo de filme:

“Não sou nenhum apologista da produção cinematográfica de baixa qualidade, mas quando você passa vinte anos ou mais vendo filmes de horror, caçando diamantes (ou lascas de diamantes) em meio a filmes-B, chega à conclusão de que, se não mantiver o senso de humor, você está liquidado. Começa também a buscar um padrão, e fica feliz quando o encontra.”

E amigos, tem um fazendeiro muito louco nesse filme, e ele é o cara.

Tem peixe zumbi, aliens e até a Rainha da Festa do Pescado. Tem umas cenas bacanas, alguns efeitos legais e muito, muito absurdo.

Pra quem gosta de um quanto pior melhor é um prato cheio. Confesso que o que me chamou a atenção para o filme foram os posters, muito bem produzidos.

Vai dizer que pelo poster não dá vontade de ver?

O filme é divertido, mas ao assisti-lo fica evidente o porque de não ter concorrido ao Oscar.

Trailher: http://www.youtube.com/watch?v=QUNwOq2Jat4

Site oficial: http://www.undeadthemovie.com/

E “pra dizer que não falei das flores” ou aproveitando a onda, aqui está outra cumbuca, na qual, provavelmente vou enfiar a mão:



Motocross Zombies from Hell, 2008. Encontrei o cartaz por aí e fui procurar referências. ..

Abaixo o comentário do http://boizebu.blogspot.com/ sobre o filme, eu mesmo não poderia ter explicado de forma melhor o porque de assistir:

“Nunca ouvi falar, foi lançado lá fora direto em DVD, é um filme dirigido por um sujeito chamado G.R. só pode ser uma bomba atômica, mas como resistir a um título como esse?

Exato, como resistir a um título como esse?


Internet: O Arquivo ( ou pirataria é crime, não ataque os navios )

In Código Aberto, Cinema, Crônica, Creative Commons, Cultura, Direito Autoral, DRM, Internet, Literatura, Música, Variedades on 15 janeiro, 2008 at 8:00 am
Imagine um lugar onde vários filmes, livros e músicas estão arquivados.

Você pode acessar esse lugar e ler online, assistir, ouvir ou baixar para o seu computador ou celular. Isso mesmo, livros, músicas, filmes e textos.

E tudo isso sem ser considerado um pirata, um criminoso. Pois pode parar de imaginar, esse lugar existe.

Bom demais pra ser verdade? Mais ou menos…

Ainda não é o sétimo céu, mas quem sabe um dia.

No internet archive http://www.archive.org/ você encontra vários filmes, músicas, imagens e textos que já não estão mais sob proteção das leis de direitos autorais, são produções artísticas e intelectuais livres de copyrgth. São produções culturais que se tornaram públicas.

Toda propriedade intelectual, artística, cultura, tem um prazo limite de proteção e quando este expira, a obra torna-se pública. Por isso, no site você encontrará coisas velhas, mas ainda assim é uma boa notícia.

Isso nos dá, de certa forma, uma visão de como poderá ser a concretização do que foi prometido e alardeado com o início da internet: acesso irrestrito à cultura.

Os velhos clássicos do cinema estão lá. Sem senhas, sem propagandas, sem registros, sem cadastro, sem DRM, basta acessar.

Ontem mesmo assisti Dementia 13 de Francis Ford Coppola que eu nem me lembrava mais. Stephen king considerou esse um dos filmes mais assustadores de todos os tempos.

Já estou me programando, um filmão por noite. Hoje The Last Man on Earth, a primeira adaptação de Eu Sou a Lenda de Richard Masterson, e amanhã vai ser Attack of the 50 Foot Woman e depois, só Deus sabe!

O Grande Arquivo existe, e eu digo obrigado.

Link: http://www.archive.org/

P.S.: li essa na internet em algum lugar: “Pirataria é crime, não ataque os navios“, acho que vou fazer uma camiseta.

Richard Masterson matou a humanidade e foi ao cinema, outra vez e de novo

In Cinema, Literatura on 14 janeiro, 2008 at 8:58 am
Além de escritor, Richard Masterson já contribuiu muito com a sétima arte trabalhando como roteirista e adaptando roteiros de seus livros e de outros escritores. Mas acho que nem ele poderia imaginar que um livro seu, seria adaptado tantas vezes. Muito menos que duas destas adaptações aconteceriam no mesmo ano. Mas como disse certa vez, Jack, O Estripador, vamos por partes!

O Primeiro foi MORTOS QUE MATAM, 1964 (The Last Man on Earth – EUA/Itália), dirigido por Sidney Salkow e Ubaldo Ragona. E contava com roteiro do próprio Masterson, além de ser estrelado pelo eterno Vincent Price.

Sinopse:

Baseado num romance de Richard Matheson, o filme tem como protagonista um homem que sobreviveu a uma praga global e agora se defende dos humanos doentes, típicos vampiros, que temem a luz e se alimentam de sangue, chamando seu nome durante à noite. Robert Morgan (Vincent Price) é o tal homem, cientista, que, imune à doença, tenta desesperadamente encontrar uma cura que possa salvar outros possíveis sobreviventes.

A segunda adaptação foi THE OMEGA MAN, 1871, dirigido por Boris Sagal e com Charlton Heston no papel principal.

Sinopse:

Num mundo pós-apocalyptico gerado pela guerra biológica, um dos únicos sobreviventes saudáveis, o médico Robert Neville, enfrenta nas desertas ruas de Los Angeles um grupo de humanos doentes – deformados e sensíveis à luz – que se auto-denominam “A Família”. Baseado no romance de Richard Matheson intitulado I AM A LEGEND, anteriormente filmado como MORTOS QUE MATAM (64) com Vincent Price.

A terceira e a quarta, são simultâneas, ambas de 2007. Os boatos são de que alguém queria aproveitar a onda de alguém.

EU SOU A LENDA, 2007 (I am Legend), com direção de Francis Lawrence e Will Smith no papel principal.

Sinopse:

Robert Neville é um cientista brilhante, mas que não pode conter o avanço de um vírus mortal que assolou o planeta após uma guerra biológica. Imune a doença, que transforma os seres humanos em criaturas parecidas com vampiros, Neville é, aparentemente, o único humano vivo e saudável no mundo. Caçado pelos “Infectados”, Neville sobrevive aos ataques das criaturas, que aguardam pacientemente um erro do cientista, enquanto procura um modo de reverter a doença a partir de seu próprio sangue…


I AM OMEGA, 2007,
dirigido por Griff Furst, com roteiro de Geoff Meed e estrelado pelo guerreiro que chora, Mark Dacascos.

Sinopse:

O último homem vivo precisa lutar em um planeta de mortos.

Gostei da sinopse. Simples e direta. Ainda não vi este, mas como ter um preferido? Ou como indicar… são diferentes entre si.

O filme ganhou três estrelas e meia no imdb, um dos maiores sites de referencias de cinema.

De uma forma ou de outra, quem ganha somos nós, ou não?

Sinopses: http://www.bocadoinferno.com/

Arquivo X 2 – A missão

In Cinema on 3 janeiro, 2008 at 9:54 am
Lembro-me que foi em uma tarde de sábado, eu acho, na Record. Comecei assistir aquele cara de cabelo arrepiado e cara de preocupado quando meu irmão entrou na sala e perguntou o eu estava assistindo, se era um filme ou um seriado. E eu disse: “não sei.”

Foi quando terminou o prólogo e veio a abertura.

Arquivo X, a verdade está lá fora. Foi muito bom.

E agora, uma boa notícia. Uma das melhores séries de todos os tempos volta, mas no cinema.

Segundo Chris Carter e Frank Sputnitz, que escreveram o roteiro e, em nota oficial do estúdio, dizem que o filme não será parte da cronologia da série, mas sim uma história independente.

Além de David Duchovny e Gillian Anderson, agentes especiais do FBI, estão confirmados Callum Keith Rennie (Battlestar Galactica) e Adam Godley (A Fantástica Fábrica de Chocolate).

Eu sou a lenda ainda continua sendo A Lenda

In Cinema, Literatura on 3 janeiro, 2008 at 9:30 am

Não vou falar aqui das diferenças evidentes que sempre aparecem entre livro e filme, até porque são duas histórias diferentes e não a mesma história contada de duas maneiras diferentes [ sim eu seu, mas às vezes a melhor maneira de se explicar algo é sendo prolixo ].

Calma, não se preocupem, não vou entregar detalhes da história.

O sentimento de conflito que me atingiu depois de ver o filme foi o seguinte. A frase “eu sou a lenda” no filme foi usada de maneira errada.

No livro ela está ligada ao lado mitológico da coisa. Nevile busca o tempo todo entender a relação entre mito e realidade sobre o vampirismo e o vírus. Por que a cruz funciona com alguns e com outros não? Porque a estaca? Porque alguns viram pó instantaneamente e outros não? Porque o o alho funciona?

Isso tudo ficou de fora no filme, o que é lamentável, por um lado. Mas veja bem, pra quem viu o filme e não leu o livro, essa é uma ótima notícia. Porque, como já disse, são duas histórias diferentes.

Os elementos de terror também ficam devendo no filme. O que acontece com a familia de Nevile no livro é muito terrível, bem mais do que no filme.

O filme ficou suave, e o final foi pior. Não dá pra falar mais sem entregar a trama, portanto vou resumir da melhor maneira que posso:

No filme existe esperança.

No livro, não.

Mas isso não significa que Eu sou a lenda não é um bom filme, por que ele é. Destaque para cena em que Nevile pede, pede não, implora para que o manequim fale com ele. Muito bom.

Assistam, é um bom filme, mas leiam o livro, pois Eu sou a lenda continua sendo a melhor história de vampiros já escrita depois de Drácula de Bran Stocker.

Heath Ledger sorri para as câmeras

In Cinema, Histórias em Quadrinhos on 29 novembro, 2007 at 9:48 am

Heath Ledger (Coração de Cavaleiro), aparece finalmente na pele do Coringa, vilão do próximo filme do Batman.

 “Retornam para o segundo filme da nova franquia do homem-morcego Morgan Freeman (“A Soma de Todos os Medos“) como o diretor das Empresas Wayne e inventor Lucius Fox e Michael Caine (“Filhos da Esperança“) como Alfred, o fiel mordomo do herói. Ainda no elenco está Maggie Gyllenhaal (“Secretária“), substituindo Katie Holmes no papel da amiga de infância de Bruce Wayne, Rachel Dawes.

Dirigido por Christopher Nolan (“O Grande Truque“), o filme estréia nos EUA em 18 de julho de 2008.”

Fonte: http://www.cinemacomrapadura.com.br

ET ao contrário 51 ( uma boa idéia )

In Animação, Cinema on 29 novembro, 2007 at 9:40 am

Um boa idéia não precisa ser original, basta que seja um boa idéia. E é o que acontece na primeira animação em 3D  da New Line, “Planet 51“.

Com a mesma premissa  do clássico “ET” de Spielberg, a animação mostra tudo de outro ponto de vista, já que o planeta é alinenígena e o alien é o humano.

Planet 51” deve ser lançado nos cinemas norte-americanos em março de 2009.

EU SOU A LENDA

In Cinema, Literatura on 28 novembro, 2007 at 2:37 pm

Há quase dez anos li uma entrevista com Stephen king onde ele afirmava que EU SOU A LENDA, de Richard Matheson era o melhor livro já escrito sobre vampiros depois de DRÁCULA de Bran Stoker. Cara, levei quase dez anos pra descobrir que ele tinha razão.

Lembro-me que procurei muito por esse livro, mas como não o encontrei, acabei desistindo. Serviu de lição. A partir de hoje não faço mais isso.

Pobre Neville.

O livro é muito bem contruído, já li em algum lugar que Masterson estuda como montar a trama, para evitar demorar muito pra se chegar “na parte boa”. Quanto aos eventos e explicações rferentes à anatomia dos vampiros a obra é original e perfeita, lembrando que o livro foi publicado em 1954. Nada de vampiros emos com rostinhos anime de porcelana. Não senhor. Em EU SOU A LENDA os vampiros não de verdade.

O livro chega aos cinemas americanos em dezembro.

Eu Sou a Lenda (I Am Legend, 2007)

Gênero: Ação – Drama – Sci-Fi – Thriller
Origem: EUA
Estréia – EUA: 14 de Dezembro de 2007
Estréia – Brasil: 18 de Janeiro de 2008
Estúdio: Warner Bros.
Direção: Francis Lawrence
Roteiro: Akiva Goldsman, Mark Protosevich

Sinopse:

Um vírus mortal arrasa com a população mundial e, aquele que pensava ser o único sobrevivente devido a uma imunidade não explicada, descobre que não está sozinho.

Elenco:

Will Smith: Neville

Alice Braga: Anna

Salli Richardson: Ginny Neville

Sterling Wolfe: Vozes das Criaturas

Consórcio Europa Filmes processa universidade devido a Cineclube

In Cinema, Direito Autoral on 20 novembro, 2007 at 8:45 am
No mês de setembro, ocorreu a Jornada Nacional de Cineclubes Brasileiros,incentivo a atividade cineclubista, na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Porém, passados 2 meses, na quarta-feira (14) a universidade foi condenada a pagar indenização pelas atividades do Cine Falcatrua, o qual funciona desde 2004 na universidade. A ação surgiu devido a exibição do filme “Fahrenheit 911“, do cineasta Michel Moore. O consórcio Europa, responsável pela distribuição do filme, entrou com pedido de indenização por danos patrimoniais e morais que dentre outros solicita “destruição dos equipamentos usados para as exibições”. A juíza da 6ª Vara Federal Cível,Renata Coelho Padilha Gera julgou parcialmente procedente os pedidos indenizatórios.

A UFES deverá pagar multa diária de R$ 10 mil por novas infrações semelhantes. Também foi condenada a pagar ao Consórcio Europa, a título de dano material, o valor correspondente aos custos de aquisição para distribuição da obra exibida. Em comunicado recente os cineclubes brasileiros apelam “a todas as forças da sociedade para se posicionarem contra esse grave precedente, ainda em primeira instância, que atenta contra o direito que tem todo ser humano ‘de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do progresso científico e de fruir de seus benefícios’ (Declaração Universal dos Direitos Humanos)”.

Em entrevista recente, o cineasta Michel Moore afirmou: “Não concordo com as leis de direitos autorais e não quero criar um problema com pessoas que querem apenas assistir aos filmes. Enquanto não tentarem lucrar com o meu trabalho, para mim está tudo bem”. As exibições no Cine Falcatrua costumam ser gratuitas, respeitando assim a legítima decisão do autor.

Fonte: Mídia Independente

Consórcio Europa Filmes processa universidade devido a Cineclube

In Cinema, Direitos Autorais on 20 novembro, 2007 at 8:45 am

No mês de setembro, ocorreu a Jornada Nacional de Cineclubes Brasileiros,incentivo a atividade cineclubista, na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Porém, passados 2 meses, na quarta-feira (14) a universidade foi condenada a pagar indenização pelas atividades do Cine Falcatrua, o qual funciona desde 2004 na universidade. A ação surgiu devido a exibição do filme “Fahrenheit 911“, do cineasta Michel Moore. O consórcio Europa, responsável pela distribuição do filme, entrou com pedido de indenização por danos patrimoniais e morais que dentre outros solicita “destruição dos equipamentos usados para as exibições”. A juíza da 6ª Vara Federal Cível,Renata Coelho Padilha Gera julgou parcialmente procedente os pedidos indenizatórios.A UFES deverá pagar multa diária de R$ 10 mil por novas infrações semelhantes. Também foi condenada a pagar ao Consórcio Europa, a título de dano material, o valor correspondente aos custos de aquisição para distribuição da obra exibida. Em comunicado recente os cineclubes brasileiros apelam “a todas as forças da sociedade para se posicionarem contra esse grave precedente, ainda em primeira instância, que atenta contra o direito que tem todo ser humano ‘de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do progresso científico e de fruir de seus benefícios’ (Declaração Universal dos Direitos Humanos)”.

Em entrevista recente, o cineasta Michel Moore afirmou: “Não concordo com as leis de direitos autorais e não quero criar um problema com pessoas que querem apenas assistir aos filmes. Enquanto não tentarem lucrar com o meu trabalho, para mim está tudo bem”. As exibições no Cine Falcatrua costumam ser gratuitas, respeitando assim a legítima decisão do autor.

Fonte: Mídia Independente