Ligando tudo ao todo

Archive for novembro \30\UTC 2007|Monthly archive page

Compartilhar arquivos: é música para nossos ouvidos

In Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Internet, Música on 30 novembro, 2007 at 12:30 am

 

Você está cansado de ser tratado como um criminoso por compartilhar música online?

Então proteja seus direitos: junte-se a EFF

Copyfarleft & Copyjustright? Dmytri Kleiner

In Artigo, Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais on 29 novembro, 2007 at 2:19 pm

Link para o Artigo de Dmytri Kleiner com tradução de Raphael S. Andrade sobre as implicações das licenças autorais, tanto “de direita”, quanto “de esquerda”.

Kleiner é ( obviamente ), um tanto quanto tocado pelo marxismo, contudo, comenta vários pontos interessante e elementais sobre a propriedade intelectal.

[ trecho ]

Os desafios ao copyright tradicional resultantes das aplicações de peer-to-peer, software livre, partilha de ficheiros e arte apropriativa provocaram um vasto debate sobre o futuro do copyright. Dmytri Kleiner usa as críticas actuais da propriedade material oriundas da esquerda como base de apoio da produção artística copyleft e pergunta de que modo é que os artistas poderão ganhar o seu sustento no interior do regime de copyright vigente.

Na área do desenvolvimento de software o copyleft demonstrou ser um instrumento formidavelmente eficaz de criar um commons de informação que beneficia amplamente todos aqueles cuja produção depende dele. Contudo, muitos artistas, músicos, escritores, cineastas e outros produtores de informação permanecem cépticos quanto à possibilidade de um sistema baseado no copyleft onde todos possam reproduzir as suas obras lhes assegurar um meio de subsistência.

As licenças copyleft garantem a liberdade da propriedade intelectual ao exigirem que a reutilização e a redistribuição da informação seja regulada pelas “quatro liberdades”, a liberdade de usar, estudar, modificar e redistribuir.

Contudo, a propriedade é inimiga da liberdade. É a propriedade, a capacidade de controlar à distância os bens de produção, a capacidade de “possuir” algo empregue para uso produtivo por outra pessoa que possibilita a subjugação de indivíduos e comunidades. Onde a propriedade é soberana, os proprietários da propriedade escassa podem negar a vida ao negarem o acesso à propriedade. Quando não negam totalmente a vida, então transformam os vivos em escravos por um salário que não ultrapassa os seus custos de reprodução.”

Ler todo o Artigo…

Banco Interamericano de Desenvolvimento adota licenças Creative Commons e open source

In Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Negócios, Tecnologia on 29 novembro, 2007 at 2:01 pm

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), através de seu Programa de Inovação em Tecnologia da Informação e Comunicação para o Comércio Eletrônico e Desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas (ICT4BUS), incorporou à sua política de direitos autorais o uso de licenças alternativas para os softwares desenvolvidos através de projetos financiados pelo Banco.

Uma vez concluído o projeto financiado pelo ICT4BUS, a entidade executante poderá solicitar ao Banco o outorgamento de uma licença sobre o software desenvolvido. Este será, então, disponibilizado sob uma das licenças Creative Commons ou open source.

Fonte: http://www.culturalivre.org.br/

DIREITOS DE AUTOR AMIGOS DO UTILIZADOR

In Artigo, Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Internet, Música, Tecnologia, Variedades on 29 novembro, 2007 at 1:57 pm

ccweb“Proibido o direito de reprodução”. De tal forma nos habituámos a encontrar esta mensagens em cada DVD ou CD que, para a maioria das pessoas, torna-se difícil acreditar que existem outras formas de protecção da propriedade intelectual que não passem necessariamente por um sistema que mantenha “todos os direitos reservados”. Perante as crescentes restrições do sistema de copyright aos direitos dos consumidores, um movimento iniciado em 2001 por um conjunto de professores universitários, advogados e artistas tem lutado pela criação de um sistema que, embora garantindo a protecção intelectual das obras, defenda o uso público e universal da criação intelectual. 

Este movimento, conhecido por copy left, esteve na origem de um original e flexível sistema de protecção intelectual, as Creative Commons. Desde 2003, este sistema tem vindo a ser crescentemente utilizado por artistas e autores, permitindo-lhe definir a forma como o seu trabalho pode ser reproduzido ou modificado legalmente.

 Existem dezenas de licenças, adaptadas à legislação de 40 países, sendo as mais comuns as que permitem a livre difusão ou alteração dos conteúdos protegidos – desde que permaneça visível o nome, ou sítio da internet, do seu autor original. Segundo os seus proponentes, a flexibilidade deste sistema de licenciamento permite a protecção legal aos autores sem espoliar a comunidade dos meios para difundir e divulgar o conhecimento.

 O Copy left e as Creative Commons aparecem como uma reacção às alterações legislativas que, nos Estados Unidos da América e na maioria dos países industrializados, têm tornado os sistema de protecção intelectual cada vez mais antagónico com os direitos dos consumidores.

 Argumentando que a facilidade das cópias digitais punha em causa o seu modelo de negócio, as empresas de entretenimento forçaram a alteração da legislação sobre o copyright, aumentando os direitos de propriedade intelectual em mais 20 anos. Com a sucessiva ameaça de processos judiciais sobre os distribuidores de conteúdos na internet, passaram, de facto, a ter um verdadeiro poder de veto sobre a informação publicada na internet.

 O mais recente exemplo vem do Youtube, o canal de distribuição de vídeos na internet recentemente adquirido pelo Google, que começou ontem mesmo (27 de Outubro) a enviar e-mails aos seus utentes avisando que, pressionados pelos advogados da Comedy Central, a maioria dos vídeos desta empresa (South Park, Colbert Report, ou Daily Show with John Stewart) vão ser retirados do “ar”.

 Progressivamente, é a própria definição de protecção de direitos de autor que tem sido posta em causa. Longe de se limitarem a acrescentar entraves à difusão da produção intelectual, as mesmas leis que proíbem a cópia de segurança de um Dvd doméstico têm aberto espaço para o até aqui inatacável direito de qualquer consumidor a deter aquilo pelo qual pagou – como é o caso de algumas das lojas que alugam e vendem música digital.

 Ao mesmo tempo que esta tendência se mantém, o sucesso da blogosfera tem empurrado o sucesso desta alternativa aos “direitos reservados”.  Desde que foram criadas, em 2003, já foram emitidas mais de 250 milhões de licenças com o já famoso logótipo das Creative Commons – 100 milhões nos últimos seis meses.

 Se é certo que as Creative Commons têm sido mais utilizadas para o licenciamento de fotografias ou ilustrações na internet, a sua utilização começa rapidamente a alastrar-se a outros domínios. O Governo brasileiro anunciou recentemente que todos os arquivos da agência noticiosa do país, incluindo 150 mil fotografias, passarão a ser do domínio público através de uma destas licenças. A BBC tem parte dos conteúdos musicais e vídeo do seu site licenciados por este sistema. 

 Vários músicos, como os Pearl Jam, Beasty Boys ou David Byrne, têm apoiado e licenciado parte da sua obra desta forma. Este último artista, em conjunto com Brian Eno, assina uma nova edição, para quem queira modificar e reutilizar, de uma das suas obras culto, “My Life in the Bush of Ghosts”, de 1981.

 Gilberto Gil, o popular músico e ex-ministro da cultura, brasileira, depois de anos de lutas judiciais com as suas editoras, tem todo o seu catálogo licenciado através das Creative Commons. Este último artista, em conjugação com a mais improvável das empresas, encontra-se também ligado a outro momento chave para as Creative Commons. Foi um seu discurso, como ministro da cultura brasileiro, o primeiro documento a ser licenciado com a nova ferramenta do Microsof Office que permite a inclusão, automática, em cada documento produzido nestes programas, de uma Creative Commons.

Dez anos depois da febre da internet, e das promessas originais de difusão quase ilimitada do conhecimento, as Cretive Commons são a ferramenta que mais perto está de cumprir esse espírito, não tratando os cidadãos como meros consumidores dos objectos culturais mas como parte interveniente no seu processo de criação, difusão e partilha.

Pedro Salles / http://www.esquerda.net

A adesão às licenças Creative Commons, bandas portuguesas

In Código Aberto, Creative Commons, Direitos Autorais, Música on 29 novembro, 2007 at 1:51 pm

“A adesão às licenças Creative Commons representa uma oportunidade de divulgar a sua musica legalmente para todo o mundo e simultaneamente terem a liberdade de escolher que canções, que videoclips e que fotos querem colocar sobre esta licença e com que tipo de licença Creative Commons.”

Diz John Gonçalves, The Gift.

http://thegiftportugal.blogspot.com

Ginga – Software livre brasileiro para TV digital está pronto

In Código Aberto, Tecnologia, TV, Variedades on 29 novembro, 2007 at 1:43 pm

“O sistema nipo-brasileiro de TV digital pode estrear em 2 de dezembro sem seu único componente genuinamente brasileiro. De tudo que foi desenvolvido aqui, somente o Ginga, nome dado pelos pesquisadores locais ao software de interatividade, entrou na especificação final. Mas as chances são pequenas de ele estar presente nos equipamentos que serão vendidos no lançamento. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, já descartou a interatividade nessa primeira fase. A interatividade permite serviços parecidos com a internet na televisão, como consulta de informações e compras.

Boa parte da indústria não está empolgada com o Ginga, chegando a dizer que ele não existe. Os pesquisadores querem provar que não é verdade, e marcaram para 3 de julho, no Rio, um evento em que haverá a demonstração do software completo, rodando em um conversor. O consumidor deve ficar atento, pois corre o risco de levar para casa um equipamento incompleto, sendo obrigado a trocá-lo em poucos meses, quando forem lançados os conversores com interatividade.’O Ginga está pronto’, afirmou o professor Luiz Fernando Soares, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. ‘Nossa resposta será dada no dia 3.’ O Ginga é um middleware, software que tem o papel de garantir que as aplicações interativas irão funcionar nos televisores e conversores de todos os fabricantes. No evento da semana que vem, parte do código do Ginga será aberto, o que significa que as pessoas poderão estudá-lo, usá-lo e modificá-lo sem o pagamento de licenças, como acontece com o sistema operacional Linux.”

Por Yan  no http://br-linux.org referência / Fonte: (estado.com.br).

 

Pequeno Teatro dos Horrores: A bola da vez

In Crônica on 29 novembro, 2007 at 10:21 am

Cena: garoto sentado no banco.

( homem entra em cena )

Homem diz: ei garoto, você está fora. Pega suas coisas e vai pra casa.

Garoto diz: eu? Porquê?

Homem diz: a bola passou e você não pegou. Agora vai!

Garoto diz: eu não sabia que era a minha vez, eu…

Homem diz: não interessa se você não sabia, não interessa se você não estava preparado e não interessa se você teve medo. Acontece. A bola passou e você não pegou. Melhor sorte se houver uma próxima vez, agora cai fora!

( garoto sai agitando os braços )

Garoto diz: vida de merda!

FIM

Heath Ledger sorri para as câmeras

In Cinema, Histórias em Quadrinhos on 29 novembro, 2007 at 9:48 am

Heath Ledger (Coração de Cavaleiro), aparece finalmente na pele do Coringa, vilão do próximo filme do Batman.

 “Retornam para o segundo filme da nova franquia do homem-morcego Morgan Freeman (“A Soma de Todos os Medos“) como o diretor das Empresas Wayne e inventor Lucius Fox e Michael Caine (“Filhos da Esperança“) como Alfred, o fiel mordomo do herói. Ainda no elenco está Maggie Gyllenhaal (“Secretária“), substituindo Katie Holmes no papel da amiga de infância de Bruce Wayne, Rachel Dawes.

Dirigido por Christopher Nolan (“O Grande Truque“), o filme estréia nos EUA em 18 de julho de 2008.”

Fonte: http://www.cinemacomrapadura.com.br

ET ao contrário 51 ( uma boa idéia )

In Animação, Cinema on 29 novembro, 2007 at 9:40 am

Um boa idéia não precisa ser original, basta que seja um boa idéia. E é o que acontece na primeira animação em 3D  da New Line, “Planet 51“.

Com a mesma premissa  do clássico “ET” de Spielberg, a animação mostra tudo de outro ponto de vista, já que o planeta é alinenígena e o alien é o humano.

Planet 51” deve ser lançado nos cinemas norte-americanos em março de 2009.

Novo conceito no mundo dos negócios

In Negócios, Política, Variedades on 28 novembro, 2007 at 4:28 pm

A Revista Fortune tráz à  tona uma importante  mudança no conceito de poder nos negócios atuais, citando um estudo de Joseph Nye, pesquisador da Harvard University, sobre o “poder leve” (ou soft power , em inglês).

A  principal diferença  entre o poder autoritário  e o “poder leve” reside na capacidade do novo profissional de atrair outras pessoas à causa.

Segundo a Revista, “hoje em dia a maior vantagem  é acima de tudo uma boa idéia”.

Está mudança radical está acontecendo desde a década de 80, quando da publicação  de uma lista com os chefes mais rigorosos dos Estados Unidos.

 “Na época, eles intimidavam, humilhavam e ameaçavam”, diz a revista.

A  lista atual da Revista Fortune dos 25 executivos mais influentes aponta O presidente da Apple, o americano Steve Jobs,  como a figura mais poderosa do mundo dos negócios. O concorrente direto de Jobs, Bill Gates, presidente da Microsoft, ficou com a sétima colocação.

Mesmo considerada “pequena”, a genialidade da Apple vem incomodando muitos tubarões e pesos pesados em suas diversas áreas de atuação.  Sinal claro de que os tempos estão mudando.

 Llista dos 25 executivos mais poderosos, segundo a Revista Fortune:

1 – Steve Jobs, presidente da Apple
2 – Rupert Murdoch, presidente da News Corp
3 – Lloyd Blankfein, presidente da Goldman Sachs
4 – Eric Schmidt, Larry Page e Sergei Brin, criadores do Google
5 – Warren Buffett, presidente da Berkshire Hathaway
6 – Rex Tillerson, presidente da Exxon Mobil
7 – Bill Gates, presidente da Microsoft
8 – Jeff Immelt, presidente da General Electric
9 – Katsuaki Watanabe, presidente da Toyota
10 – A.G. Lafley, presidente da Procter & Gamble
11 – John Chambers, presidente da Cisco
12 – Li Ka-shing, presidente da Cheung Kong Holdings/Hutchison Whampoa
13 – Lee Scott, presidente do Wal-Mart
14 – Lakshmi Mittal, magnata do aço
15 – Jamie Dimon, presidente da JPMorgan Chase
16 – Mark Hurd, presidente da Hewlett-Packard
17 – James McNerney, presidente da Boeing
18 – Marius Kloppers, presidente da BHP Billiton
19 – Steve Schwarzman, presidente do Blackstone
20 – Carlos Slim, presidente da TelMex e Carso Foundation
21 – Steve Feinberg, presidente da Cerberus
22 – Indra Nooyi, presidente da PepsiCo
23 – Ratan Tata, presidente do Tata Group
24 – Bob Iger, presidente da Walt Disney
25 – Bernard Arnault, presidente da LVMH

 

EU SOU A LENDA

In Cinema, Literatura on 28 novembro, 2007 at 2:37 pm

Há quase dez anos li uma entrevista com Stephen king onde ele afirmava que EU SOU A LENDA, de Richard Matheson era o melhor livro já escrito sobre vampiros depois de DRÁCULA de Bran Stoker. Cara, levei quase dez anos pra descobrir que ele tinha razão.

Lembro-me que procurei muito por esse livro, mas como não o encontrei, acabei desistindo. Serviu de lição. A partir de hoje não faço mais isso.

Pobre Neville.

O livro é muito bem contruído, já li em algum lugar que Masterson estuda como montar a trama, para evitar demorar muito pra se chegar “na parte boa”. Quanto aos eventos e explicações rferentes à anatomia dos vampiros a obra é original e perfeita, lembrando que o livro foi publicado em 1954. Nada de vampiros emos com rostinhos anime de porcelana. Não senhor. Em EU SOU A LENDA os vampiros não de verdade.

O livro chega aos cinemas americanos em dezembro.

Eu Sou a Lenda (I Am Legend, 2007)

Gênero: Ação – Drama – Sci-Fi – Thriller
Origem: EUA
Estréia – EUA: 14 de Dezembro de 2007
Estréia – Brasil: 18 de Janeiro de 2008
Estúdio: Warner Bros.
Direção: Francis Lawrence
Roteiro: Akiva Goldsman, Mark Protosevich

Sinopse:

Um vírus mortal arrasa com a população mundial e, aquele que pensava ser o único sobrevivente devido a uma imunidade não explicada, descobre que não está sozinho.

Elenco:

Will Smith: Neville

Alice Braga: Anna

Salli Richardson: Ginny Neville

Sterling Wolfe: Vozes das Criaturas

Pixel Art

In Ilustração on 27 novembro, 2007 at 7:46 pm

Olá,

Gostaria de convidá-los a conhecer outra forma de arte na Web. É a Pixel Art. Trata-se da arte de desenhar através de pixels. Pixel, que é a combinação de Picture e Element, é o menor ponto que forma uma imagem digital. Desenhar em Pixels é formar uma imagem, tratando ponto por ponto, detalhe por detalhe. É como montar Lego no PC (só que com pontos ao invés de blocos).

Um dos sites famosos que promovem essa arte é o Pixelfreak. Vale a pena admirar o poster que simula uma cidade:

http://www.pixelfreak.com/img/poster.png

Um grande abraço.

Cronicando "Do Sétimo Andar "

In Crônica, Música on 26 novembro, 2007 at 10:07 pm

É letra de música, mas leia como crônica pra ver se não funciona:

“Fiz aquele anúncio e ninguém viu, pus em quase todo lugar a foto mais bonita que eu fiz, você olhando pra mim.

Alto aqui do sétimo andar longe, eu via você e a luz desperdiçada de manhã num copo de café.

Deus sabe o que quis foi te proteger do perigo maior que é você.

E eu sei que parece o que não se diz:

– O seu caso é o tempo passar – Quem fala é o doutor.

Parece que foi ontem, eu fiz aquele chá de habu pra te curar da tosse do chulé, pra te botar de pé.

E foi difícil ter que te levar àquele lugar. Como é que hoje se diz? Você não quis ficar.

Os poucos que viram você aqui me disseram que mal você não faz. E se eu numa esquina qualquer te vir, será que voce vai fugir?

Se você for, eu vou correr!

Se for eu vou.”

[ Rodrigo Amarante ]

Funciona, não é?

O Pecado da IRA!

In Música on 26 novembro, 2007 at 6:37 pm

Ao que tudo indica, infelizmente Nasi está realmente fora, mas o IRA! segue como trio, inclusive mantendo a atual agenda de shows.

 O próprio Nasi deixou claro que não existe mais condições de proseguir com o grupo:

 “Esse canalha (Edgard  Scandurra) vive agindo como uma Greta Garbo, exercitando seu poder para intimidar os outros”, disse.

A assessoria de imprensa da banda lançou uma  nota ofical  assegurando que o IRA! fará os shows agendados.

Para mais informações sobre a novela, leia a matéria  no UOL .

 

Microsoft em apuros

In Código Aberto, Direitos Autorais, Internet on 25 novembro, 2007 at 9:39 pm

Microsoft agora em apuros: Grupo de Hackers Paradox quebram ativação do Vista.

O grupo Paradox, conhecidos pelos seus cracks para os aplicativos da Adobe (Photoshop, Premiere, etc.) e outros, anunciaram um crack para ativar o Windows Vista. Eles prometem um sistema “genuíno” e apto para fazer os updates. E apresentaram a receita e o arquivo para download. Esse grupo é muito respeitado na comunidade dos hackers, e se dizem que conseguiram, é porque conseguiram mesmo.

Agora sim a Microsoft está com problemas

Fonte: http://www.rededownload.com

Sobre o sistema Creative Commons

In Código Aberto, Creative Commons, Direito Autoral, Internet on 25 novembro, 2007 at 1:00 pm
Em resposta aos emails recebidos contendo dúvidas sobre o sistema Creative Commons:

O que é o Creative Commons?

Por Ronaldo Lemos

O Creative Commons é um projeto global, presente em mais de 40 países, que cria um novo modelo de gestão dos direitos autorais. No Brasil, ele é coordenado pela Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro. Ele permite que autores e criadores de conteúdo, como músicos, cineastas, escritores, fotógrafos, blogueiros, jornalistas e outros, possam permitir alguns usos dos seus trabalhos por parte da sociedade. Assim, se eu sou um criador intelectual, e desejo que a minha obra seja livremente circulada pela Internet, posso optar por licenciar o meu trabalho escolhendo alguma das licenças do Creative Commons. Com isso, qualquer pessoa, em qualquer país, vai saber claramente que possui o direito de utilizar a obra, de acordo com a licença escolhida (veja abaixo uma explicação dos vários tipos de licença).

A razão para o surgimento do Creative Commons é o fato de que o direito autoral possui uma estrutura que protege qualquer obra indistintamente, a partir do momento em que a obra é criada. Em outras palavras, qualquer conteúdo encontrado na Internet ou em qualquer outro lugar é protegido pelo direito autoral. Isso significa que qualquer utilização depende da autorização do autor. Muitas vezes isso dificulta uma distribuição mais eficiente das criações intelectuais, ao mesmo tempo em que impede a realização de todo o potencial da Internet. Há autores e criadores intelectuais que não só desejam permitir a livre distribuição da sua obra na Internet, mas podem também querer autorizar que sua obra seja remixada ou sampleada. Esse é o caso, por exemplo, de artistas como o Ministro Gilberto, as bandas Mombojó, Gerador Zero e outras, que disponibilizaram canções para distribuição, remix e sampling, através do Creative Commons.

Modo de Licenciamento

Licenciar sua obra pelo Creative Commons é muito fácil. Para isso, basta acessar a página onde estão disponíveis as licenças do projeto (http://creativecommons.org/license/) e responder a duas questões sobre os usos que você deseja autorizar sobre a sua obra. Essas questões consistem em responder ser você deseja:

a) Permitir uso comercial de sua obra?

( ) Sim

( ) Não

b) Permitir modificações em sua obra?

( ) Sim

( ) Sim, contanto que outros compartilhem pela mesma licença

( ) Não

Todas as licenças mantêm os seus direitos autorais sobre a obra, mas possibilitam a outros copiar e distribuir o trabalho, desde que obrigatoriamente atribuam crédito ao autor e respeitem as demais condições que você escolheu.

Assim que você terminar sua escolha, basta clicar no botão ao final da página (“Escolha uma Licença”) que você será redirecionado a outra página que trará o resultado das suas escolhas. De acordo com suas resposta às perguntas acima, o site irá mostrar a licença adequada às suas necessidades. A partir daí, há instruções detalhadas sobre como aplicar a licença à suas obras.

O processo é extremamente simples: em síntese, tudo o que você precisa fazer é aplicar o símbolo “CC – Alguns Direitos Reservados” à sua obra, indicando qual a licença aplicável ao trabalho. Se o trabalho estiver na Internet, basta colocar o símbolo do Creative Commons da respectiva licença no site. Para isso, o próprio site disponbiliza um trecho de código em HTML para ser copiado e colado no site em que está a obra. Uma vez que você coloque o código no seu site, o licenciamento já está valendo. Todas as pessoas que acessarem o seu conteúdo, saberão os termos da licença que você escolheu. O site também traz instruções detalhadas sobre como marcar um arquivo em MP3, um vídeo e outros arquivos. Basta seguir as instruções.

Caso sua obra seja um livro, um CD, um DVD ou outra obra “física”, basta inserir na própria obra (capa, contracapa, no próprio CD ou na caixinha) o símbolo do Creative Commons de “Alguns Direitos Reservados”, especificando o nome da licença que aparece no site.

Modalidades de licenças

Além das licenças que podem ser obtidas pelas respostas às perguntas acima, um determinado criador intelectual pode se interessar por utilizar também outras modalidades de licença. Essas modalidades devem ser selecionadas especificamente no website http://creativecommons.org/license/. São elas as licenças de “Recombinação” ou “Sampling”, a licença “Nações em Desenvolvimento” e a licença especificamente para software livre, chamada “CC-GNU-GPL”.

Todas essas licenças e também as licenças originais resultantes do questionário acima são compostas pelos elementos explicados abaixo. O objetivo geral do projeto é de apresentar uma alternativa ao modelo de “Todos os Direitos Reservados”, que é substituído por um modelo de “Alguns Direitos Reservados”. Assim, qualquer autor ou criador pode optar por licenciar seu trabalho sob uma licença específica, que atenda melhor a seus interesses, podendo escolher entre as diversas opções existentes.

Os principais componentes das licenças, à disposição para serem escolhidos por autores e criadores, são:

Atribuição

Todas as licenças do Creative Commons exigem que seja dado crédito (atribuição) ao autor/criador da obra. Pela licença chamada “Atribuição”, o autor autoriza a livre cópia, distribuição e utilização da obra, inclusive para fins comerciais. Entretanto, a obra deverá sempre dar o devido crédito, em todos os meios de divulgação.

Não a obras derivativas

Pelos termos desta opção, o autor autoriza a livre cópia, distribuição e utilização da obra. Entretanto, o autor não permite que a obra seja modificada, devendo ser sempre mantida intacta, sendo vedada sua utilização para a criação de obras derivadas. Assim, a obra do autor não poderá ser remixada, alterada, ou reeditada sem a permissão expressa do autor ou criado, devendo permanecer sempre igual ao modo original em que foi distribuída.

Uso Não Comercial

Pelos termos desta licença, o autor autoriza a livre cópia, distribuição e utilização da obra. Entretanto, o autor veda qualquer distribuição, cópia, utilização e distribuição que tenha fins comerciais. Isto significa que qualquer pessoa que tenha obtido acesso à obra não pode utilizá-la para fins comerciais, como, por exemplo, vendê-la ou utilizá-la com a finalidade direta de obtenção de lucro.

Compartilhamento pela mesma licença

Pelos termos desta licença, o autor autoriza a livre cópia, distribuição e utilização da obra. Entretanto, o autor impõe a condição de que, se a obra for utilizada para a criação de obras derivadas, como, por exemplo, um livro sendo traduzido para outro idioma ou uma foto sendo incluída em um livro, ou mesmo e casos de incorporação da obra original como parte de outras obras, o resultado deve ser necessariamente compartilhado pela mesma licença. Assim, uma obra licenciada pela modalidade “compartilhamento pela mesma licença” só pode ser utilizada em outras obras se essas outras obras também forem licenciadas sob a mesma licença Creative Commons.

Recombinação (Sampling)

A licença de Recombinação (também a chamada licença de sampling) foi desenvolvida conjuntamente pelo Creative Commons e pela Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro, com o apoio do Ministro Gilberto Gil. O termo Recombinação homenageia o coletivo pernambucano chamado Re:Combo, um dos pioneiros no Brasil no licenciamento de obras para recombinação e modificação. Pelos termos desta licença, o autor pode ou não autorizar a livre cópia, distribuição e utilização da obra. Entretanto, ele autoriza sempre a utilização parcial ou recombinação de boa-fé da obra. Isso permite, por exemplo, o emprego de técnicas como “sampleamento”, “mesclagem”, “colagem” ou qualquer outra técnica artística. A autorização é válida desde que haja transformações significativas do original, levando à criação de uma nova obra. Não vale fazer apenas uma modificação irrelevante na obra. A distribuição das obras derivadas fica automaticamente autorizada para o autor que recriou a obra do autor original.

CC-GPL e CC-LGPL

Assim como a licença de Recombinação (sampling), estas duas licenças tiveram origem no Brasil. As duas licenças são destinadas ao licenciamento de software. As licenças foram desenvolvidas para atender necessidades específicas do governo brasileiro no que tange ao incentivo à adoção do software livre no país. Essas licenças consistem nas tradicionais GPL e LGPL do GNU, isto é a General Public License e a Lesser General Public License internacionalmente adotadas para o licenciamento de software livre, mas com a diferença mesmas serem embaladas de acordo com os preceitos do Creative Commons. Estas licenças garantem todos os quatro direitos básicos do software livre, quais sejam, a liberdade de estudar o programa, tendo acesso ao seu código fonte, a liberdade de executar o programa para qualquer finalidade, a liberdade de modificá-lo e aperfeiçoá-lo, bem como a liberdade de distribuí-lo livremente. Note-se que na GPL, em contrapartida, mesmo que tenham ocorrido alterações no programa, este deve continuar sendo distribuído livremente sob os mesmos termos da GPL. Quanto à LGPL, ela permite que, em algumas circunstâncias, o programa seja distribuído sob termos de outras licenças.

Combinações

Obviamente, as licenças do Creative Commons podem ser combinadas e recombinadas. Um determinado autor pode escolher licenciar sua obra, por exemplo, pela modalidade “Atribuição-Vedados Usos Comerciais-Compartilhamento pela mesma licença”. Ou pode optar apenas por “Atribuição”.

Como o modelo é matricial, cada autor pode escolher a licença mais adequada aos seus interesses e a suas necessidades, combinando-a com outras licenças.

Oferecer sua obra sob uma licença Creative Commons não significa abrir mão dos seus direitos autorais. Significa oferecer alguns dos seus direitos para qualquer pessoa, mas somente sob determinadas condições.

Para mais informações: http://www.creativecommons.org.br/

Polícia para quem precisa

In Código Aberto, Direitos Autorais, Internet, Música on 25 novembro, 2007 at 12:54 pm

 

Os leitores da revista “Rolling Stone” de sete de agosto (mas já nas bancas) foram surpreendidos por um anúncio inusitado. Sob a pergunta “Cansado de ser tratado como um criminoso por compartilhar música online?” aparece a foto de cinco cidadãos com pinta de empregados de escritório ou estudantes em situação de quem está sendo fichado pela polícia. No texto, a EEF (Electronic Frontier Foundation), que patrocina o anúncio, afirma que se é assim, você está em boa companhia, pois mais de sessenta milhões de pessoas usam serviços como Morpheus e Kazaa para compartilhar suas canções favoritas. E não obstante isso as gravadoras estão intimidando provedores e perseguindo jovens estudantes com o objetivo de abolir esta prática. Admite o problema da pirataria porém sugere que a solução não é essa, mas um novo modelo que ofereça justa compensação aos artistas que apóiam os amantes da música. No final, convoca os leitores para se juntarem à organização e oferece o mote: “Compartilhamento de arquivos: música para nossos ouvidos”.

O anúncio é apenas o início da campanha “Let the music play” (em tradução livre, “deixa rolar a música”) deflagrada pela EEF como reação à nova estratégia da RIAA (<www.riaa.com>), a entidade que congrega as gravadoras americanas, que decidiu voltar toda sua poderosa artilharia legal contra indefesos estudantes, levando à barra do tribunal os que usam as redes de suas universidades para compartilhar arquivos musicais (veja artigo “Roubando bala da boca de criança”, publicado em 9 de junho passado e ainda disponível na seção Escritos / Artigos no Globo de <www.bpiropo.com.br>).
Para justificar a campanha, na página <www.eff.com/share/> de seu sítio, a EEF afirma que o compartilhamento de arquivos permitiu aos fãs de música formarem a maior coleção de músicas gravadas de todos os tempos. E que, em vez de comemorarem essa façanha, as grandes gravadoras passaram os últimos três anos atacando a tecnologia que permitiu alcançar esse feito e perseguindo as pessoas que a usam. Segundo a EEF, nem a tecnologia nem seus usuários são “do mal”. O problema é a ausência de um sistema que permita aos usuários o acesso às suas músicas prediletas enquanto recompensa adequadamente os autores e detentores de direitos.

texto todo

Por: B. Piropo

Por uma reforma da lei do direito autoral

In Código Aberto, Direitos Autorais, Internet on 25 novembro, 2007 at 12:33 pm
Gilberto Gil em artigo n’O Globo: “Por uma reforma da lei do direito autoral”
12 de Novembro de 2007

por Gilberto Gil*

artigo publicado no jornal O Globo de 11/11/2007

O impacto que as novas tecnologias e o avanço das redes digitais têm causado sobre o Direito Autoral é reconhecido em todo o planeta. Os limites da legislação autoral brasileira ficam mais claros com a novidade digital, mas seus problemas são anteriores ao surgimento da internet. A necessidade de fortalecer o papel do Estado na resolução de desequilíbrios nesse setor estratégico vem crescendo na medida em que a legislação envelhece e os desafios se apresentam.

A dinâmica tecnológica devenos levar a uma discussão mais estratégica: a necessidade de uma política nacional para os direitos autorais. Como combinar, nesse novo contexto, a legítima proteção aos autores e as inúmeras oportunidades da convergência tecnológica? Como favorecer um sistema nacional de propriedade intelectual moderno, equilibrado e justo face à enorme demanda cultural do país? Como promover uma sociedade menos desigual no acesso à cultura e ao conhecimento?

O debate foi suscitado porque o Ministério da Cultura recuperou seu papel de articular a política cultural autoral, na busca do necessário equilíbrio que os direitos conferidos aos criadores devem ter com os direitos dos cidadãos brasileiros de acesso à cultura e ao conhecimento, bem como com o direito daqueles que investem na cultura, os chamados “investidores culturais”.

O Brasil ainda não consolidou seu marco autoral na proteção aos criadores, que ficam fragilizados nos contratos que lhes são impostos. O modelo regulatório autoral deve buscar garantir aos criadores o legítimo retorno pelo bem-estar que propiciam à sociedade. Entretanto ainda são muitos os desequilíbrios: a diferença de poder econômico entre criadores e investidores; a perda de controle das obras pelos seus próprios criadores; a insatisfação geral com a repartição das receitas e benefícios. O poder público deve promover a maior transparência na gestão das entidades arrecadadoras, apoiar a modernização da gestão coletiva (feita sempre por entidades brasileiras) e desenvolver outros meios de produção e repartição dos benefícios econômicos a partir de obras protegidas por direito autoral. Alguns defendem o uso dos DRMs — software para inviabilizar cópias de arquivos — como forma de proteger autores de cópias não autorizadas na internet. São soluções ineficientes, onerosas e com crescente rejeição nos países desenvolvidos. Além disso, restringem a inovação tecnológica e os direitos básicos dos cidadãos para reproduzir obras com fins legítimos.

Nossa lei não diferencia cópia comercial de cópia privada: ao copiar um arquivo para um tocador de MP3 estamos, todos, cometendo uma ilegalidade. No Brasil, o que temos de parecido com o mecanismo legal norte-americano de “uso justo” de obras protegidas é bastante limitado. Boa parte dos estudantes brasileiros comete ilegalidade ao produzir cópias de livros para sua formação educacional. O monopólio que foi concedido para o autor em relação à sua criação foi uma conquista histórica, mas teve a sua contrapartida nas cláusulas de limitações e exceções, que permitem a cópia de trechos de obras audiovisuais, de um livro, ou mesmo de uma música, sem que isso signifique uma violação do direito de autor. Essas cláusulas, no Brasil, estão entre as mais restritivas do mundo.

Por isso, precisamos debater a mo derniz ação do sistema legal e o fortalecimento do poder público na supervisão e na promoção desses vários equilíbrios. A presença do Estado na seara autoral nesses moldes é o que ocorre na imensa maioria dos países do mundo. Nesse sentido, o Ministério da Cultura — e diversos parlamentares ligados ao tema — está empenhado em promover a mais ampla discussão que vai embasar a atualização da lei. O I Fórum Nacional de Direitos Autorais será realizado em 2008, envolvendo autores, entidades, empresários e sociedade civil.

Sozinho, o poder público não pode implementar uma estratégia ampla para o setor. Há um grande desafio de inovação para o setor cultural. O modelo do Creative Commons não é uma política de Estado e nem uma iniciativa inventada pelo MinC, mas um movimento cultural mundial relevante, onde os autores, conscientes de seus direitos, distin guem usos com finalidades comerciais e não comerciais. Aproveitam ao máximo o potencial de divulgação da convergência tecnológica e se beneficiam dela. Tais licenças alternativas não resolvem todos os problemas da área autoral e podem não se adequar a todos os criadores, como, por exemplo, o compositor que não é intérprete. Para eles, naturalmente, é preciso resguardar a utilização das ferramentas tradicionais do direito autoral. No entanto, para aqueles que se iniciam na área cultural tais licenças podem ser benéficas na construção de suas carreiras.

O Ministério da Cultura participa com outros ministérios na política de combate ao crime organizado, e aos núcleos que lideram a organização da pirataria no Brasil. Combinada à repressão, o governo tem dado grande ênfase a medidas educacionais, econômicas e de combate à desigualdade. O desafio é trazer para a formalidade a distribuição de bens culturais, gerando emprego e renda.

São desafios dos séculos XX e XXI. Sem perder tempo, o Brasil investe hoje na infra-estrutura material (estradas, energia e portos, através do PAC) e nas políticas estratégicas para um genuíno salto e reposicionamento na cultura, na tecnologia, na sociedade do conhecimento. Acreditamos que uma legislação autoral equilibrada e moderna é condição para esse salto — assim como um Ministério da Cultura fortalecido na gestão dessa política. Podemos dizer que o edifício autoral poderá novamente erigir-se. Reformas como essa são mais do que necessárias, são inevitáveis.

GILBERTO GIL é músico e ministro da Cultura

Fonte: http://www.creativecommons.org.br/

albino black sheep – animaçao

In Animação on 23 novembro, 2007 at 11:56 pm

 encontrei o black sheep ao acaso e gostei muito da pra se divertir desvendando fuçando caçando as animaçoes do site que tem visual de forum misturado com blog

recomendo especilamente as animaçoes de nathan malone ( zekey spacey lizard  ) que possui um trabalho bastante divertido muitas pessoas ja viram suas animaçoes mas nem sabem que sao do malone

Nin@ escreve nao corrige nao usa pontos acentos maiusculas ou virgulas

Zen Garden

In Internet on 23 novembro, 2007 at 12:44 pm

O conceito é bem simples. Um autor escreve uma poesia, e diversos artistas pintam o quadro e a moldura em volta. Isso é o Zen Garden.

Como bons admiradores de “arte online”, convido todos a visitarem o site css Zen Garden.

O site conta com a participação de vários artistas da web, desenvolvendo o conceito de alterar o layout sem alterar o conteúdo. O autor da idéia, Dave Shea, quis mostrar que através da linguagem de estilo CSS (Cascading Style Sheets) é possível escrever um site completo, sem a necessidade do uso de tecnologias muito complexas, desenvolvendo principalmente o bom gosto, flexibilidade e praticidade.

O site possui vários layouts para o mesmo texto. O meu preferido é o Mozart, de Andrew Brundle.

O site foi traduzido por Ronaldo. Vale a pena navegar entre os diversos layouts dessa “Web Zen”.