Novas mídias como Google Books estão mudando o livro. Depois de digitalizadas, as obras aumentam seu alcance e ganham funcionalidades.
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Li na The Economist: o projeto Google Books já digitalizou cerca de 65 milhões de livros. Mas como tudo está sendo feito dentro da lei, o e-book não deve acompanhar a efervescência provocada pelo MP3 e os mecanismos de troca de arquivos. Ainda assim, o livro está mudando mais do que se percebe na superfície, em função das novas mídias.
Faz tempo que essa idéia ronda: por que o livro ainda não é compartilhado como a música e o vídeo? Resposta óbvia: porque ele não vem digitalizado e não pode ser facilmente digitalizado. E as editoras não oferecem o produto nesse formato supostamente por desconfiar de uma solução que facilita a cópia e a disseminação.
Também já faz algum tempo que eu escutei sobre projetos – O principal deles é o Google Books – de digitalizar livros para disponibilizá-los online. Mas não tinha me dado conta da dimensão dessa iniciativa. Segundo a The Economist, doze universidades fecharam acordos para liberar o acesso a seus acervos para a equipe do Google. Só da Universidade da Califórnia em Berkeley, a cada dia, três mil livros ganham versões digitais. E no total já estão prontos cerca de 65 milhões de títulos.
Fonte: http://webinsider.uol.com.br