Número de páginas: 181
Peso: 221 gramas
Edição: 1 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140×210mm), brochura com orelhas.
Nina Pessanha

Release A Fábula – Cidade dos Desgraçados:
Número de páginas: 188
Peso: 228 gramas
Edição: 2 (2009)
Acabamento da capa: Papel supremo 250g/m², 4×0, laminação fosca.
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.
Formato: Médio (140×210mm), brochura com orelhas
SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA
Neste livro, Hugo Maximo está nos falando de terror, de uma cidade dominada pelo Demônio. O livro prende, envolve e arrebata, e é daqueles que a gente não consegue dormir sem acabar de ler.
Coojornal
Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC
Neste livro Hugo Maximo demonstra seu domínio sobre o romance de suspense, com fortes componentes visuais, o que nos faz refletir sobre as possibilidades de apresentação cinematográfica, que o transformaria num filme de terror.
A obra transpõe os limites da realidade e nos conduz totalmente a uma dimensão surreal onde se trava uma batalha entre o bem e o mal, entre a fragilidade humana e o poder das trevas.
A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.
Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.
A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.
O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.
Yedda de Castro Brascher Goulart
Escritora Mestre em Letras – UFSC
Release E-Books:
Blog do autor: http://matrixordinaria.blogspot.com/
A Fábula:
Coojornal
A FÁBULA: CIDADE DOS DESGRAÇADOS – uma fábula sombria e instigante. Uma viagem onde tudo pode acontecer, principalmente o impossível. Uma história de arrepiar. Pela Editora Hemisfério Sul, de Hugo Maximo.
SUPLEMENTO LITERÁRIO A ILHA
Vamos lá! Abra o livro e crie coragem de acompanhar Daniel. Não posso garantir segurança. Surpresa, porém, você as encontrará aos montes, em cada capítulo, em cada página. Vá em frente, amigo leitor, mas vá preparado! É o Hugo e é o Máximo que tenho a dizer.
Uma curiosidade a respeito desse jovem talento, que já vive em Blumenau faz alguns anos, é que ele passou a sua infância, literalmente, dentro de uma Biblioteca. Sua mãe era a bibliotecária, e ele não tinha com quem ficar depois das aulas – e assim passou as tardes da sua infância lendo, receita infalível para que se crie um bom escritor. Segundo o historiador e escritor Viegas Fernandes da Costa, “A gente conhece o bom escritor porque é aquele que lê mais do que escreve”. Nada mais adequado no que se refere a Hugo Maximo!
Escritora Urda Alice Klueger
A trama muito bem urdida mantém o sobressalto até o último capitulo e a leitura como que nos faz reféns ao lado dos personagens, solidarizando‑nos com eles e sentindo os horrores que enfrentam.
Classificando‑o como fábula, o autor nos incita a decodificação de um conteúdo polissêmico, portanto altamente metaforizado. A Cidade dos Desgraçados contém ingredientes insólitos e nos coloca frente a frente com nossos limites.
A trama traz à tona a questão do da acomodação e do servilismo diante do poder maior e do medo ao mesmo tempo em que demonstra a capacidade humana de superação do ceticismo e do medo. E é esta superação a única forma de salvação.
O suspense em que a trama mantém o leitor é digno dos mestres deste estilo.
Escritora Mestre em Letras – UFSC
Notícias:
Livre é diferente de grátis
O que leva um autor a disponibilizar seu trabalho livremente na internet [ ou em qualquer outro meio ] é a divulgação.
O termo gratuito é relativo, já que há algum custo envolvido na parte de produção, mesmo em se tratando de um arquivo digital, como criação, tempo de produção, manutenção de link e do próprio site ou blog.
O preço de uma obra sempre é simbólico, tendo em vista a impossibilidade de quantificar em um valor monetário o tempo de aprendizado, criação, dedicação, originalidade, etc, despendido na tarefa.
O retorno que o autor espera é moral, isto é, o reconhecimento de seus talentos [ quando eles existem ] críticas que possam contribuir para o seu aperfeiçoamento e credibilidade junto aos leitores, possíveis editores e colegas de ofício.
A forma de retribuição por parte dos leitores, caso tenham apreciado a obra, pode ser exercida no auxilio à divulgação, indicando a obra e o autor à amigos e à trabalhos relacionados.
Todos sabem a importância da campanha “boca a boca” no campo das artes e do entretenimento, principalmente na internet. No cyberespaço o mesmo ocorre, link a link. E as redes sociais fazem com que o alcance dessas recomendações se torne, praticamente, ilimitado.
Então, caso você tenha gostado de uma obra livremente disponibilizada, retribua contribuindo com divulgação.
Em muitos blogs e sites, existe a venda de e-books e de serviços relacionados. Muitas vezes regulados por sistemas DRM. Downloads pagos, editoração, confecção de capa, etc.
Nada contra. Mas não podemos esquecer que os sistemas de DRM são, por natureza, contrários ao principio básico da internet: “transportar bits de forma rápida e barata.”
Acredito, portanto, que não será se utilizando de velhas fórmulas que encontraremos uma maneira justa de remunerar os autores por seus trabalhos disponibilizados livremente.


